Gigante chinesa anuncia compra de 15 mil toneladas de açaí do Amapá pelos próximos cinco anos
Negociação ocorreu durante a Sial China, a maior feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do planeta

A Amazonbai, cooperativa de produtores extrativistas de açaí do estado do Amapá, anunciou uma parceria com a segunda maior rede de distribuição de alimentos da China para o fornecimento de toda a safra de açaí pelos próximos cinco anos, totalizando 15 mil toneladas do produto.
De acordo com informações do Governo do Amapá, a negociação ocorreu durante a Sial China, a maior feira de alimentos da Ásia presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço, comemorou a parceria internacional e o apoio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. “Que o produto da Amazonbai e das outras cooperativas da Rota da Integração possam ser distribuídos neste continente, neste mercado tão promissor”, disse.
A Amazonbai faz parte da Rota do Açaí, pertencente à estratégia Rotas de Integração Nacional, que tem por objetivo o fortalecimento de sistemas produtivos locais e a promoção do desenvolvimento regional sustentável. Sua participação na Sial China contou com investimento de R$ 207 mil.
A presença das cooperativas no evento proporciona a apresentação de produtos sustentáveis brasileiros ao público asiático. A Sial China é a maior feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do planeta. A edição de 2026 aconteceu entre os dias 18 e 20 de maio em Xangai.
Nesta edição, o Brasil, enviou 82 empresas exportadoras para a feira – um recorde, superando as 54 da edição passada.
Para o secretário Nacional Substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, financiar o intercâmbio de produtores que são beneficiados pelo Rotas de Integração Nacional à Sial 2026 mostra o tanto que essa estratégia é importante para a valorização dos produtos.
“Fico muito satisfeito em ver e acompanhar a felicidade dos produtores que representam diversas cooperativas, formalizando vendas de seus bens”, destacou.
“Estamos novamente posicionando o Brasil no centro das cadeias globais de valor, conectando territórios, agricultura familiar, cooperativismo e desenvolvimento regional aos mercados internacionais. Acreditamos que o desenvolvimento regional também se constrói com comércio exterior”, completou o secretário.
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