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Hemoap celebra Dia Nacional do Doador de Sangue

Objetivo foi homenagear quem reserva um tempo da rotina diária para voluntariamente doar sangue e salvar vidas.

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Para homenagear quem reserva um tempo da rotina diária para voluntariamente doar sangue, o Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amapá (Hemoap) realizou uma programação especial nesta quarta-feira, 25, Dia Nacional do Doador de Sangue. A iniciativa também busca sensibilizar novos voluntários e tem como tema: Corrente pela Vida. Doe sangue. Seja um elo de esperança.

Este ano, em decorrência da pandemia, o tradicional bolo ganhou a versão em potes e foi distribuído com segurança aos doadores, logo após os parabéns. Além disso, quem dou sangue pôde relaxar ao som de violão e voz ao vivo, e saiu do Hemoap com um kit contendo máscaras e álcool em gel, para ajudar na prevenção a doença causada pelo novo coronavírus.

O secretário de Saúde, Juan Mendes, participou da programação e falou da importância dos doadores que, mesmo com a pandemia, têm contribuído para ajudar a salvar vidas.

“Solidariedade não é só o ato de doar sangue, mas também envolve o tempo dispensado, o cuidado com a saúde, pois quem doa precisa se cuidar para poder doar ao próximo. E a participação da sociedade, neste momento, é fundamental para construirmos uma saúde ainda mais fortalecida”, afirmou Mendes.

A solidariedade é o que une os mais de 50 mil doadores voluntários que estão cadastrados no Hemoap. Um deles é a dona Diléia Figueiredo, que completa hoje 48 anos e cantou parabéns em dose dupla.

“Este ano eu me programei para doar sangue no dia do meu aniversário. É um sentimento de orgulho poder ajudar as pessoas. Estou muito feliz e posso dizer que é um dos melhores aniversário que já tive, pois não tem sensação melhor de saber que o meu sangue vai beneficiar alguém”, disse Diléia, que começou a doar sangue há 14 anos junto com o marido, quando ainda eram namorados.

A dona Maria do Nascimento Ramos, de 52 anos, é agente de endemias. Como profissional da área da saúde sabe bem da importância do ato de doar sangue e não parou nem durante a pandemia.

“Desde 2002 eu doo sangue. E gosto muito de vir no dia do doador. Sempre programo minhas doações regulares para que caia neste dia. Trabalho na área, sigo todas as medidas de proteção e não deixei de doar, mesmo durante a pandemia”, declarou dona Maria.

A servidora pública Neilsia Nunes, de 54 anos, também é doadora regular. Não lembra a data que começou a doar, mas disse que o prédio do Hemoap ainda funcionava atrás do Hospital de Clínicas Alberto Lima (Hcal), e isso já tem mais de 27 anos.

“Comecei a doar sangue como forma de contribuir com o ser humano. Hoje tem muitas pessoas precisando de sangue, amanhã pode ser eu. Meu sentimento é de gratidão por poder contribuir com o próximo“, contou.

Margareth Paiva de 41 anos, é servidora do Hemoap, atualmente ocupa a função de diretora administrativa e financeira da instituição. Ela tem sangue tipo O-, um tipo sanguíneo considerado raro e bastante utilizado nas emergências de saúde por se tratar do doador universal. Atendeu ao chamado e também realizou tua doação nesta quarta-feira, dia do doador.

“Sou doadora regular. Três vezes por ano faço minha doação de sangue”, completou.

 

Como doar?

Hemoap possui 50.380 doadores cadastrados. Para se tornar um doador voluntário, o interessado precisa estar saudável, pesar mais de 50 quilos, ter entre 16 e 69 anos – menores de 18 anos, somente com autorização dos responsáveis, e maiores de 60 anos, se já forem doadores assíduos. Além disso, no dia da doação deve estar descansado e alimentado.

Interessados devem procurar o Hemoap no horário de 7h30 às 11h, localizado na Rua Jovino Dinoá, esquina com a Avenida Raimundo Álvares da Costa, bairro Central, em Macapá. Ou entrar em contato pelo WhatsApp 98811-0200 ou por ligação 98141-0773.

 
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