Cidades

Juízes participam de curso de segurança pessoal ofertado pelo TJAP

A palestra de abertura do curso foi coordenada pelo major Marcus Vinícius da Silva Batista. De acordo com o militar, é fundamental que os magistrados tenham no exercício de suas funções a garantia de segurança para atuar.

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Paulo Silva
Da Redação

Durante três dias ( 9 a 11 de agosto), juízes estaduais do Amapá estão recebendo aperfeiçoamento técnico no II Curso de Segurança Pessoal para Magistrados. A formação foi dividida em módulos e conta com palestras sobre o tema e treinamentos básicos na área de segurança e defesa, direção defensiva e evasiva, além de tiro aplicado.

A palestra de abertura do curso foi coordenada pelo major Marcus Vinícius da Silva Batista. De acordo com o militar, é fundamental que os magistrados tenham no exercício de suas funções a garantia de segurança para atuar. O chefe do Gabinete Militar do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), coronel Elvis Azevedo, confirmou que o curso ensinará aos magistrados como agir em situações de risco, pois a atuação dos juízes vai além das paredes do Fórum, considerando ainda que a segurança deles e de seus familiares deve ser resguardada.

“Quando eles estão exercendo as atividades em suas unidades, possuem todo o aparato de segurança à disposição. Porém, os magistrados também possuem suas vidas particulares e nem sempre a polícia estará por perto. No caso de se depararem com uma situação de ameaça devem ter as noções básicas para saber como agir”, explicou o coronel.

O curso ofertado pelo Tribunal de Justiça do Amapá busca oferecer conhecimentos práticos de segurança pessoal para os magistrados e é realizado pela Empresa Estratégia – Consultoria e Treinamento. A organização ministradora existe há 13 anos e trabalha no campo de consultoria e treinamento há cinco anos, tendo atuado na formação de diversos profissionais de instituições públicas e privadas.

Márcio Fonseca dos Santos, representante da empresa, explicou que “o intuito do curso é aumentar o nível de conhecimento dos magistrados perante situações reais de perigo pessoal e patrimonial, buscando uma visão mais ampla e mais segura de ação”. Ele garantiu que “a formação demonstra as melhores formas de administrar uma situação de perigo, por meio de uma metodologia prática e eficiente”.

 
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