Macapá passa 24h sem registrar óbitos em decorrência da Covid-19
Em julho, nos dias 2, 6, 9 e 21 também não houve registro de mortes. O boletim estadual desta quinta-feira (23) trouxe três óbitos de macapaenses, mas que ocorreram nos dias 18 de maio, 18 de junho e 4 de julho, ou seja, foram confirmados recentemente.

Railana Pantoja
Da Redação
O município de Macapá não registrou nas últimas 24h nenhum óbito em decorrência da Covid-19, de acordo com a Prefeitura da capital. O boletim estadual desta quinta-feira (23) trouxe três óbitos de macapaenses, mas que ocorreram nos dias 18 de maio, 18 de junho e 4 de julho, ou seja, foram confirmados recentemente. Em julho, nos dias 2, 6, 9 e 21 também não houve registro de mortes.
“No dia 21 tivemos aqueles 16 óbitos, mas que ocorreram em datas anteriores, em abril, maio e junho, apenas um era de julho. Vem diminuindo o quantitativo de pacientes nas nossas Unidades de Saúde, anteontem atendemos 509 nas quatro Unidades, sendo que já chegamos a atender mais de 1.400 em um dia nas UBSs Covid. A gente atribui isso à medicação precoce, ao atendimento feito na atenção básica”, falou Silvana Vedovelli, coordenadora de combate à Covid-19 em Macapá.
De acordo com a coordenadora, o pico na capital ocorreu nos meses de maio e junho, quando Macapá chegou a registrar 17 óbitos em 24h.
“Se a gente for comparar, no dia 2 de maio tivemos dois óbitos; no dia 2 de junho tivemos 5; em 6 de julho não tivemos óbitos, mas no dia 6 de junho tivemos 17 e em 6 de maio fechamos com 12 óbitos. Então, mostra aí que o pico foi maio e junho. Em 9 de julho não tivemos mortes, mas no mesmo dia em junho tivemos seis, e em maio registramos 11 óbitos, no dia 9. No dia 21 de julho também não tivemos registro, mas em 21 de junho tivemos 6 óbitos e em 21 de maio registramos 15 mortes”, detalhou Silvana.
Segunda onda
O boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado na noite de ontem (23) aponta que o estado do Amapá apresentou aumento de casos na semana epidemiológica 29 – de 12/07 a 18/07, alertando para o risco de uma segunda onda de contaminação.
“Os dados vieram nos dizer que podemos enfrentar, mas não que estamos em uma segunda onda de Covid. Não estamos enfrentando essa segunda onda, graças a Deus, estamos conseguindo manter o isolamento, o uso de máscara, distanciamento social, higienização. Não podemos esquecer que devemos, a cada 2h, pelo menos, manter a ventilação da casa, para renovar a circulação de ar e para que assim a gente consiga vencer a pandemia sem uma segunda onda”, finalizou Silvana Vedovelli.
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