Cidades

Manhã de dúvidas e desinformações sobre greve dos professores

Medida judicial impede o movimento, mas parte da categoria tenta resistir


Douglas Lima

Da Redação

 

A manhã desta segunda-feira, 27, tem sido de dúvidas, contratempos e desinformações no que se refere ao funcionamento dos estabelecimentos escolares em razão da greve deflagrada pelos professores vetada pela Justiça.

A Secretaria de Estado de Educação do Amapá (Seed) amanheceu o dia anunciando que as aulas não teriam interrupção.

Os diretores de escolas ligavam para o telefone dos professores, avisando que era para eles comparecerem aos seus postos de serviço.

A fluência de alunos em algumas escolas parecia normal, mas em outras, não. Havia a informação de que na Escola Gabriel de Almeida Café não haveria aula.

Ainda no sábado à noite, dirigentes do sindicato que reúne os profissionais de educação no Amapá afirmavam que a greve continuava mantida, apesar da decisão judicial dada na véspera, uma vez que a entidade ainda não tinha recebido a notificação.

Pouco depois das 8h, um oficial de justiça compareceu na sede do sindicato, para entregar a notificação contra a greve, mas lá não estava nenhum diretor apto a receber o documento.

O oficial de justiça recebeu a informação de que os diretores estavam na manifestação grevista na Praça da Bandeira. Nesse local, um número diminuto de professores se concentrava a título grevista.

A medida judicial estabelece multa de R$ 300 mil aos professores em caso de desobediência da categoria quanto à greve votada para durar 15 dias.


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