Cidades

Margem Equatorial é destaque em simpósio com participação da ANTAQ, no Amapá

Diretor da Agência apresentou perspectivas regulatórias e ressaltou a crescente inserção do estado na agenda nacional. Seccional da OAB na região promoveu encontro


 

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), por meio do diretor Wilson Lima Filho, esteve, ontem (26), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Amapá (OAB/AP) a fim de participar do I Simpósio de Direito Marítimo promovido pela seccional em parceria com a Escola Superior de Advocacia (ESA) da região. Na ocasião, foi debatido o tema: “Expectativas do Direito Marítimo na Era da Margem Equatorial” – tópico que fortalece o debate sobre o futuro da região amazônica no cenário marítimo.

 

A ideia do evento foi analisar os desafios e pontuar as oportunidades que têm surgido com o avanço das atividades econômicas na área, fato fundamental para fomentar o desenvolvimento do país. “Pude apresentar as atribuições da ANTAQ quando o tema é a margem equatorial. O Amapá está cada vez mais presente na agenda nacional”, ressaltou Lima Filho.

Margem Equatorial

A Margem Equatorial é a faixa litorânea que abrange do Amapá ao Rio Grande do Norte. Essa região tem ganhado destaque, principalmente em discussões que envolvem exploração energética, logística e, também, sustentabilidade.

 

O simpósio chamou os participantes para o debate com o objetivo de estudar os impactos jurídicos, ambientais e econômicos desse crescimento. A apresentação do diretor fortaleceu a soberania nacional, estimulou o progresso e reforçou o diálogo aberto com os setores, papel primordial da ANTAQ: “O estado do Amapá está se mobilizando com o objetivo de estabelecer uma infraestrutura logística compatível com a grandiosidade do projeto”.

 

O evento coloca o Amapá como personagem principal de um planejamento estratégico elaborado para a exploração marítima e desenvolvimento econômico brasileiro. Estiveram presentes representantes da Marinha do Brasil – Diretoria de Portos e Costas, o 4º Distrito Naval e a Capitania dos Portos do Amapá, além de advogados e especialistas em direito marítimo.

 

 


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