Cidades

MP-AP anuncia adesão à Operação Verde Brasil comandada pelo Exército

O plano contém 14 pontos de atuação na Operação Verde Brasil no Amapá, de treinamentos, fiscalizações à atividades de educação ambiental.  


O promotor de Justiça do Meio Ambiente, Marcelo Moreira, participou na manhã desta terça-feira (27) da reunião de formalização do gabinete de gestão que irá atuar na Operação Verde Brasil, para prevenção de queimadas e crimes ambientais no território amapaense. O General Viana Filho, da 22ª Brigada de Infantaria e Selva (BIS) apresentou o plano de ação para os representantes das instituições parceiras, e o promotor Marcelo Moreira confirmou a adesão do Ministério Público do Amapá (MP-AP) e anunciou as medidas durante a Operação.

A reunião é a confirmação da adesão da 22ª Brigada na estratégia do Governo Federal, conforme anunciado no dia anterior, quando o governador Waldez Góes anunciou a aderência do Amapá ao decreto presidencial de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), com a participação das Forças Armadas nas ações de prevenção de queimadas e desmatamentos. Com a chegada do intenso verão a preocupação aumenta, o que faz com que órgãos de segurança e ambientais atuem mais intensamente.

O General Viana Filho esclareceu que o Exército irá agir de forma preventiva e repressiva contra crimes ambientais e fazer o monitoramento das áreas, em parceria com os órgãos representados na reunião, entre eles, MP-AP, Defesa Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Polícia Federal (PF), Ibama, Fundação Nacional do Índio (Funai), entre outros.

O promotor Marcelo Moreira, assim como os demais representantes, confirmaram adesão à estratégia de prevenção. Ele afirmou que, paralelo ao trabalho junto aos órgãos parceiros no grupo de trabalho, o MP-AP irá criar uma força-tarefa com os promotores de todas as comarcas para dar suporte em todas as fases da operação, principalmente relacionadas à crimes ambientais. “É necessário esse esforço comum em prol da Amazônia, vamos estar junto com o exército nesta missão e vamos agir, seja na esfera cível ou criminal”, disse o promotor.


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