Cidades

Mutirão de atendimentos da Central de Conciliação vai atender bairros da Zona Oeste em programação integrada ao Setembro Amarelo

A ação se dará das 08 às 13 horas e será integrada à “Campanha Setembro Amarelo – Mês de Prevenção ao Suicídio”.


A Central de Conciliação da Zona Oeste, localizada nas dependências do Sistema Integrado de Atendimento ao Cidadão (Siac/SuperFácil) promoverá, na sexta-feira (20/09), o Projeto Vida, levando serviços da Justiça do Amapá e parceiros à Escola Estadual Maria do Socorro Andrade Smith.

Segundo a supervisora da Central de Conciliação, Lígia Mônica, o projeto amplia a atuação desta unidade, integrando-a a serviços dos programas Justiça Itinerante, Conciliação Itinerante e Mediação Escolar. “Com a ação, pretendemos divulgar e executar todos estes programas junto à comunidade, contemplando os bairros Cabralzinho, Goiabal e Marabaixo, que passarão a conhecer e usufruir melhor das facilidades que a Justiça proporciona, além dos parceiros agregados via SuperFácil”, detalhou.

“A ação ainda inova ao inserir atendimento realizado pelos acadêmicos de Psicologia, orientados por profissionais, aos estudantes e famílias da região, auxiliando-os a identificar eventuais sinais que a pessoal com ideações suicidas apresenta antes de tentar tirar a própria vida”, acrescentou a supervisora Lígia Mônica.

O acolhimento e atendimento serão nas áreas de orientação jurídica; atendimentos psicológico, odontológico e em educação física; serviços dos programas Justiça Itinerante e Mediação Escolar.

A diretora da Escola Estadual Socorro Smith, professora Betânia Suzuki, disse que é importante oferecer acesso aos serviços do Projeto Vida à Zona Oeste, por se tratar de uma área da cidade  distante das principais repartições públicas. “Esse atendimento que apresenta o cidadão aos seus próprios direitos, o psicológico que auxilia a família a se conhecer melhor e agir de acordo, tudo isso representa uma atenção especial, ainda mais neste espaço que é ponto de referência para toda a região”, garantiu.

A diretora explica que a Escola elegeu o mês de setembro para trabalhar a qualidade de vida, “e essa atenção psicológica, que permite percebermos e buscarmos tratamento para questões que envolvem depressão e suicídio se encaixam perfeitamente em nossa demanda”.


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