Última hora Polícia Política Cidades Esporte
Cidades

Profissionais do atendimento psicossocial de Macapá recebem capacitação sobre saúde mental

Servidores serão qualificados para identificar comportamento suicida, além das questões relacionadas à autolesão.


Profissionais que atuam no atendimento psicossocial em Macapá vão receber capacitação sobre saúde mental para reforçar as orientações e o acolhimento do público que busca as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e o Centro de Acolhimento Psicossocial Infantil (Capsi).

Com o tema ‘Relação entre comportamento suicida e autolesão’, o treinamento será na sexta-feira (20), no auditório do Centro de Especialidades Dr. Papaléo Paes, na zona norte da capital, no horário das 14h30 às 18h. Cerca de 100 profissionais devem participar. A iniciaitiva é da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

A finalidade é qualificar os servidores para o manejo do comportamento suicida, além das questões relacionadas a autolesão com ou sem intenção suicida, como explica facilitador da capacitação e psicólogo, Carlos Aragão. “Ainda que não tenhamos números oficiais, estima-se que 20% dos jovens façam, pelo menos, um episódio de autolesão sem intenção suicida ao longo da vida, o que coloca esse comportamento como um problema de saúde pública”, reforça Aragão.

Durante a capacitação, os profissionais poderão sanar dúvidas e planejar ações a serem executados dentro da rede de atendimento do município. “Faz-se necessário e urgente que, principalmente, profissionais da saúde, da mídia, da educação e das forças de segurança busquem entender o que é esse fenômeno, sua relação com o suicídio, e capacitem-se para oferecer um atendimento com boa qualidade para a população”, destaca.

 

Avanço
Atualmente, a Prefeitura de Macapá dispõe do atendimento psicológico em 17 UBSs, além do Centro de Acolhimento Psicossocial Infantil (Capsi), que atende crianças e adolescentes comprometidos psiquicamente por transtornos severos e persistentes, incluindo os portadores de autismo e psicoses.
O atedimento também é feito na Unidade de Acolhimento Infantojuvenil, espaço voltado para adolescentes em situação de vulnerabilidade social decorrente do uso abusivo de substâncias psicoativas e por duas equipes que atuam no Consultório na Rua, que atuam com pessoas em situação de rua.


Comente