Cidades

Programa de Aquisição de Alimentos injeta R$ 1,5 milhão na agricultura familiar

As feiras do programa iniciaram nesta segunda-feira, 5, em Porto Grande. Meta é beneficiar 500 agricultores e 150 entidades até dezembro deste ano.


Nesta segunda-feira, 5, em Porto Grande, o governo do Estado iniciou a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Até dezembro, 500 agricultores e 150 entidades, nos 16 municípios amapaenses, serão contemplados pelo PAA, que vai injetar R$ 1,5 mi na agricultura familiar em 2019.
Durante esta semana mais seis cidades do interior e a capital, Macapá, serão atendidas pelo programa. É nas feiras do PAA que os agricultores entregam a produção como verduras, frutas e demais produtos da agricultura familiar, que são recebidos e pesados e, posteriormente, destinados às entidades.

A cidade que terá o maior número de feiras é a capital, Macapá, com 12 ações, sendo a primeira no dia 7, quarta-feira, a partir das 8h, na quadra do Projeto Minha Gente, na zona norte. Para saber as datas das ações em todos os municípios e distritos.

O PAA é um programa do governo federal executado pelo governo do Estado, através do Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap), com apoio de outras secretarias como a de Inclusão e Mobilização Social (Sims). Consiste na aquisição de alimentos direto do agricultor e destinam-se ao abastecimento de entidades da rede sócio assistencial que atendam pessoas sem situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar, bem como, a rede pública e filantrópica de ensino. As feiras são executadas conjuntamente com a Sims que é a responsável pela seleção das entidades e doação simultânea às mesmas.

De acordo com a coordenadora do PAA no Amapá, Darciane Gomes, 18 localidades serão atendidas até o fim do ano. “Nossa meta é realizar 129 feiras este ano nos 16 municípios e com isso, fazer o programa ainda mais eficiente, gerando renda ao agricultor familiar e beneficiando as pessoas mais necessitadas com alimento de qualidade produzidos no próprio município, como vem ocorrendo nos últimos 10 anos”, destacou.


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