Cidades

Reunião define novo local para o circuito Beira Rio de Carnaval

Diante de recomendações do Ministério Público, organizadores do evento propuseram mudar o circuito para rua Cândido Mendes.

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O impasse criado entre Prefeitura de Macapá e governo do Estado sobre apoiamento à realização do circuito Beira-Rio de Carnaval, programado para os dias 10 e 11 de fevereiro (sábado e domingo) no eixo que compreende o canal da Mendonça Júnior até à praça do Coco, na orla de Macapá, chegou ao fim na tarde dessa sexta-feira, 9.

Uma reunião entre representantes do Instituto Beira-Rio – organizador do evento – e a Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) aparou arestas sobre o caso e um termo de compromisso foi assinado após a apresentação de propostas e contrapropostas.


“O Ministério Público do Amapá (MP-AP) fez recomendações no sentido de que não houvesse, por exemplo, destinação de recursos públicos no evento. Outra questão é a liberação de licenças para aquela área. Existem várias discussões, inclusive, sobre a própria área da Fortaleza. Em razão de várias falhas no projeto, o próprio instituto sugeriu que o evento fosse realizado na rua Cândido Mendes, mas deliberamos sobre algumas condicionantes que foram aceitas. Enfim, assinamos o acordo e as licenças e autorizações estão sendo providenciadas por parte do município”, assegurou o presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), Sérgio ‘Teco’ Lemos, durante entrevista ao Diário.

A área de concentração dos blocos será montada na avenida Mendonça Júnior. Os blocos subirão a Candido Mendes até à praça Barão do Rio Branco, onde ocorrerá a dispersão.

“Diante desse acordo, também ficou estabelecido que o município irá entrar com apoio na organização do trânsito, ajustes na iluminação pública, segurança – com a Guarda Municipal – e limpeza.

“É bom esclarecer que já tínhamos uma programação montada para os eventos que irão ocorrer. Esse apoio não irá interferir em nada sobre os outros eventos devidamente programados. Procurado pela reportagem, o secretário de Estado da Cultura, Dilson Borges, afirmou, por telefone, que o governo ainda aguardava o documento para poder se pronunciar sobre o caso.

“Estamos aguardando essa documentação para análise. Já declaramos apoio ao evento da Beira-Rio com a logística de som, palco, iluminação e outros víeis, mas houve o impasse relacionado ao local do evento e liberação de licenças. Queremos apenas que a coisa flua da melhor forma possível, afinal, estamos falando de uma manifestação cultural”, disse o secretário.

 
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