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70 casais disseram “sim” em mais uma edição do Casamento na Comunidade

A coordenadora do “Casamento na Comunidade”, juíza Joenilda Lenzi, na oportunidade atuando como juíza de paz, destacou que proporcionar a celebração de casamentos é um orgulho para a Justiça do Amapá.


No auditório do SEBRAE, uma linda celebração organizada pela Justiça do Amapá em cooperação com os Cartórios Vales, Cristiane Passos e Jucá, proporcionou aos casais momentos de emoção, alegria e muito romantismo.

Ao som da marcha nupcial e da comoção dos familiares presentes, os 70 casais entraram juntos para realizar o desejo de contrair núpcias e ter o tão sonhado registro de casamento, podendo assim, perante a lei, ser reconhecidos como marido e mulher.

A coordenadora do “Casamento na Comunidade”, juíza Joenilda Lenzi, na oportunidade atuando como juíza de paz, destacou que proporcionar a celebração de casamentos é um orgulho para a Justiça do Amapá.

“Nós da Justiça do Amapá nos sentimos lisonjeados por fazer desse momento inesquecível na vida dos casais. O casamento vem para fortalecer a união, pois ninguém casa pensando em separar, mas sim com o propósito e vontade que tudo dará certo e será para sempre”, disse a magistrada.

A presidente do Tribunal de Justiça, Desembargadora Sueli Pini, falou da iniciativa do Judiciário em realizar o Casamento na Comunidade e da importância de celebrar a união e o afeto.

“Esta cerimônia significa muito para todos, mas tem um significado especial para o Judiciário que neste momento cumpre um papel diferenciado em que revela à sociedade o quanto a Instituição busca estar conectada com os anseios do cidadão. Felicitações aos nubentes e seus familiares. A Justiça é que está agradecida pela iniciativa de cada um dos noivos em buscar assumir responsabilidades tão significativas que o casamento impõe e exige de todos nós”.

Comemorando 25 anos de união, que resultou numa família com três filhos, o Sociólogo Uaci Moraes Caldas e a Técnica de Laboratório, Irimar Brito de Oliveira Caldas, oficializaram o casamento nesta edição do programa Casamento na Comunidade.

“Esse laço matrimonial que nos uniu há exatos 25 anos, onde fizemos uma aliança com Deus, hoje é reavivado e dessa vez para firmar a aliança na lei dos homens. Viver junto é o eterno desafio de viver as diferenças, porque nós somos diferentes. Por nos amarmos e nos respeitarmos é que hoje estamos oficializando essa união”, completou o sociólogo.

Maria Raimunda, de 60 anos, e Sipriano dos Santos, 58, possuem uma relação conjugal há 14 anos, e emocionados vieram oficializar o matrimônio.

“Nós precisávamos nos casar para dar exemplo no nosso trabalho na Igreja. Tínhamos a aliança no céu, perante Deus, e queríamos ter também aqui na terra, perante o homem. Estou muito feliz e agradecida por estar casada com quem amo e por poder continuar fazendo a obra do Senhor, agora com meu marido”, disse Maria Raimunda.

Após a oficialização do casamento, cada casal recebeu a certidão do registro do matrimônio, conferindo-lhes todos os efeitos decorrentes da força que o documento produz.

O programa “Casamento na Comunidade” objetiva promover a regularização jurídica de casais que não tiveram condições ou oportunidade de oficializar a união e, de certa forma, promover a inclusão social.

A Justiça do Amapá ao realizar o casamento na comunidade, não só oportuniza aos casais o sonho de firmarem o compromisso de amor, fidelidade e respeito, mas também tem a finalidade de fortalecer os valores da família.


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