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Genival Cruz convoca amapaenses para greve geral do dia 28

Presidente dos rodoviários é representante das centrais sindicais do Amapá.

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Douglas Lima

Da Editoria

O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Amapá, Genival Cruz, no programa LuizMeloEntrevista (Rádio Diário FM 90,9), representando as centrais sindicais do estado, fez chamada geral dos trabalhadores e público em geral para a Greve Geral em todo o país marcada para dia 28 próximo, sexta-feira.

A greve será contra as reformas da previdência e trabalhista, e também contra a lei da terceirização. “Contra todas as retiradas dos direitos dos trabalhadores e da população brasileira feita pelo governo Temer e o Congresso da Odebrecht”, vociferou o sindicalista.

A paralisação em Macapá terá a Praça da Bandeira como local de manifestações, seguindo anunciou Genival, ressaltando que cada categoria terá a sua programação própria para se dirigir ao logradouro no centro da cidade.

Os motoristas, cobradores e outros segmentos dos rodoviários paralisarão as suas atividades de meia noite de 28 de abril às 8h. Nesse último horário é que os ônibus sairão das garagens para circular normalmente. Os trabalhadores da categoria fora do horário de serviço engrossarão as manifestações na Praça da Bandeira.

Genival Cruz analisou que se a reforma da previdência passar no Congresso Nacional jogará cerca de 3.500 trabalhadores na pobreza. Ele registrou que a previdência é o maior programa de distribuição de renda do Brasil. “Oitenta por cento das prefeituras pequenas do Norte e Nordeste dependem da previdência social, que inclusive têm orçamentos maiores do que os das próprias prefeituras”, disse o representante das centrais sindicais.

O entrevistado mostrou que a reforma trabalhista, além da retirada do financiamento sindical, parcela as férias em três vezes, acaba com o 13º salário e cria o banco de horas. “Isso é uma escravização ao trabalhador, pois essa reforma ainda permite que a empresa faça demissões em massa e depois volte a contratar com salário menor. Isso é uma das aplicações da lei da terceirização já aprovada”, concluiu Genival.

 
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