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Há 27 anos era instalada a Justiça do Estado do Amapá e empossados os primeiros desembargadores do TJAP

Da composição original do Tribunal, apenas o desembargador Gilberto Pinheiro permanece em exercício, compondo hoje a gestão do TJAP como vice-presidente.

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O dia 25 de janeiro é de celebração. Há 27 anos os primeiros desembargadores da Justiça do Amapá eram empossados em uma Sessão Solene no Fórum de Macapá. O governador à época, Aníbal Barcellos, deu posse aos magistrados Gilberto de Paula Pinheiro, Luiz Carlos Gomes dos Santos (aposentado), Honildo Amaral de Mello Castro (aposentado), Mário Gurtyev de Queiroz (aposentado), Dôglas Evangelista Ramos (aposentado), Marco Antônio da Silva Lemos (aposentado)  e Benedito Antônio Leal de Mira (in memorian).

Da composição original do Tribunal, apenas o desembargador Gilberto Pinheiro permanece em exercício, compondo hoje a gestão do TJAP como vice-presidente. Na composição atual exerce a presidência o desembargador Carlos Tork e a corregedoria o desembargador Agostino Silvério Junior.

O decano do TJAP, desembargador Gilberto Pinheiro, explica que até janeiro de 1991 a Justiça do Amapá tinha apenas circunscrição judiciária e era vinculada ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O Judiciário estadual foi instalado com o comprometimento de se tornar um dos mais céleres e eficientes, dentre os demais do País.

“Com a presença marcante da Justiça em todos os quadrantes do estado, o Judiciário fez, faz e continuará fazendo uma boa história no cenário da Justiça brasileira. O momento atual impõe estar sempre à frente em busca da excelência na prestação jurisdicional. Temos que fazer o melhor para que as pessoas possam ter um atendimento célere, humanizado e de qualidade, estejam onde elas estiverem”, ressaltou o desembargador Gilberto Pinheiro.

O presidente do TJAP, desembargador Carlos Tork, destaca que as conquistas alcançadas ao longo dos anos não têm uma fórmula pronta. Tem sim, muito trabalho e dedicação tanto daqueles que prestaram seu trabalho no início de tudo, quanto os que agora estão ingressando nessa grande instituição chamada Judiciário do Amapá.

“Esse é o grande segredo, mesclar a experiência e maturidade dos profissionais que passaram pelo TJAP, a exemplo dos magistrados e servidores que hoje já estão aposentados, dos que ainda estão dando sua contribuição, mesmo após anos de trabalho, em prol da instituição e do jurisdicionado, temperado com a jovialidade e garra dos novos que vão chegando e integrando os quadros da Justiça. E, o principal, sem nunca perder o foco na missão de prestar sempre o melhor atendimento a quem procura os serviços da Justiça”, ressaltou.

A história dos 27 anos de instalação do Judiciário do Amapá é marcada pela somatória de esforços e competências de seus magistrados, servidores e colaboradores, garantidos por meio do comprometimento com a Instituição, cuja visão é propiciar um resultado de qualidade na prestação jurisdicional à população das terras Tucuju. Razão pela qual os avanços alcançados – que não são poucos – sempre se orientaram no sentido de atender demandas reprimidas, seja na capital ou nas localidades mais distantes. O Judiciário amapaense vai aonde o cidadão está.

 
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