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Prefeito de Oiapoque é acusado de superfaturar preços de combu

CPI instaurada pela Câmara de Vereadores afastou Miguel Caetano (PSB) pelo prazo de 90 dias



 

De acordo com relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Oiapoque, que recomendou o afastamento do prefeito Miguel Caetano (PSB) do cargo, a prefeitura pagou a um posto de gasolina, de propriedade do prefeito, mais de R$ 2 milhões na compra de combustíveis superfaturados. Ele foi afastado do cargo pelo prazo de 90 dias, tempo suficiente para que as denúncias sejam investigadas pelo Ministério Público.

Como a vice-prefeita Maria da Luz (PSB) está em tratamento médico fora do Estado, a administração do município vai ficar a cargo da presidente da Câmara de Vereadores, Angelina Neta, do mesmo partido de Miguel Caetano, cujo voto foi pelo afastamento.

A denúncia foi feita pelo vereador Ivaldo Feitosa (PDT). Se as denúncias forem comprovadas o prefeito pode ser acusado de improbidade administrativa e perder o cargo definitivamente. A comissão processante também apurou que Miguel do Posto teria deixado veículos se deteriorarem depois que foram retirados da garagem municipal e deixados ao ar livre. Além disso, ele estaria se negando a prestar esclarecimentos sobre contratos administrativos e de ter pago R$ 1,6 milhão a uma empresa investigada pela Polícia Federal.

O afastamento do prefeito foi aprovado por 6 votos a 4.


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