Nota 10

‘Além de prestigiar o evento, a população conhece o nosso trabalho’, destaca artesã no Amapá Jazz Festival

Cristiane Paixão é uma das empreendedoras que está presente na programação apoiada pelo Governo do Estado, ampliando a oportunidade de vendas


 

O segundo dia da 18ª edição do Amapá Jazz Festival, no pátio da Casa do Artesão, em Macapá, foi marcado não apenas pela música, mas também pelas histórias de quem transforma a cultura amapaense em arte, identidade e oportunidade de renda. Com apoio do Governo do Estado, o evento abriu espaço para artesãos apresentarem seus trabalhos e aproximarem o público dos saberes e das tradições regionais.

 

Enquanto artistas se apresentavam no palco, os visitantes também puderam conhecer produtos feitos à mão, peças que valorizam referências culturais amazônicas e artigos produzidos a partir de recursos naturais da região.

 

 

A iniciativa contribuiu para dar visibilidade ao trabalho dos empreendedores criativos e ampliar as oportunidades de comercialização durante um dos eventos tradicionais da agenda cultural do estado.

 

Entre os expositores está Cristiane Paixão, artesã que trabalha com a confecção de bonecos inspirados na identidade cultural. Para ela, participar do festival representou uma oportunidade de apresentar suas criações a novos públicos e mostrar como o artesanato contribui para preservar e valorizar as referências culturais do Amapá.

 

“Para mim, como artesã, é muito bom e muito importante estar aqui, principalmente pelo fato de as pessoas conhecerem nosso trabalho. Além disso, a população pode prestigiar um evento tão bonito e cultural como esse”, destacou Cristiane.

 

 

Outra participante foi Mara Adriana, artesã que trabalha com produtos naturais à base de andiroba, matéria-prima tradicionalmente utilizada na região amazônica. Durante o festival, ela aproveitou a movimentação do público para apresentar seus produtos.

 

“Além de aproveitar os shows do festival, eu trouxe meus produtos naturais, à base de andiroba, que são hidratantes, sabonetes e óleos para que público conheça nosso trabalho. As vendas estão muito boas e espero até o final do evento ter um bom lucro”, contou Mara.

 

A presença das empreendedoras demonstrou como iniciativas culturais também podem criar oportunidades para quem vive da produção artesanal.

 


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