Armistrong exalta homenagem ao pai Sacaca e faz desabafo contra críticas
Radialista filho do ‘Guardião da Amazônia Negra’, enredo da Estação Primeira de Mangueira, diz que governador Clécio não investiu na escola de samba carioca nem na família do homenageado, mas no estado do Amapá

Douglas Lima
Editor
“Estar entre os desfiles das campeãs, é ser campeã”. A frase é do radialista Armistrong Souza, a respeito do resultado do carnaval do Rio de Janeiro e mais especificamente da performance da Estação Primeira de Mangueira, que desfilou com o enredo ‘Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra’.
Mestre Sacaca, que na pia batismal recebeu o nome de Raimundo dos Santos Souza, é pai (in memoriam) de Armistrong que, satisfeito com a homenagem da Mangueira, após o resultado desabafou contra os segmentos que negativamente criticaram o investimento de dez milhões de reais do governo do estado para destacar, na Marquês de Sapucaí, o Guardião da Amazônia Negra e, por consequência, o estado do Amapá.
“Investir na cultura é diferente de política partidária, mas esses imbecis não sabem disso. Eles misturam cultura com política. O governador não investiu na Mangueira nem na família do Sacaca, investiu no Amapá”, desabafou o radialista, reforçando que o apoio do governo do estado não foi só material, mas também moral.
Armistrong agradeceu à presidente da Estação Primeira de Mangueira, Guanayra Firmino, que, segundo ele, foi incansável no apoio aos amapaenses, e à comunidade da escola de samba, “que a todos os amapaenses chama de irmãos”. Para ele, hoje o Amapá é uma extensão da Mangueira, e a Mangueira, uma extensão do Amapá.
Para o filho de Sacaca, a Mangueira, em 2026, apresentou o maior enredo da Amazônia, e concluiu: “O Sacaca foi um fio condutor, mas na verdade a divulgação pela Mangueira não foi da família e de Macapá, mas de todo o estado do Amapá, município por município”.
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