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Nota 10

Celebração do Dia Estadual dos Cultos Afros diz não à intolerância religiosa

Programação recebeu apoio do Governo do Amapá.


“Diga não a toda forma de intolerância religiosa, ao preconceito e ao racismo”. A frase estampava uma das faixas que se destacavam na carreata que marcou a programação alusiva ao Dia Estadual dos Cultos Afro-religiosos, no sábado, 7 – a data foi celebrada no domingo, 8 de maio. A concentração foi na praça do bairro Cidade Nova, na zona oeste de Macapá.

Levando mensagens de respeito e conscientização, a carreata percorreu diversas ruas até o entorno da Fortaleza de São José de Macapá. No local, foi montada uma estrutura de palco e iluminação, para a apresentação de 38 casas de matriz africana.

A celebração do Dia Estadual dos Cultos Afros recebeu apoio do Governo do Estado, que garantiu a estrutura de palco, iluminação, sonorização, tendas e pagamento do cachê dos grupos participantes, devidamente credenciados, pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

A programação foi organizada pela Federação de Cultos Afro Religiosos de Umbanda e Mina Nagô (Fecarumina), em conjunto com a Fundação Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Feppir-Fundação Marabaixo). “Momento de luta, resistência e dizer não à intolerância religiosa. A grande palavra para esse momento não pode ser outra senão respeito”, destaca o presidente da Fundação Marabaixo, Joel Borges.

 

A data
O Dia Estadual dos Cultos Afro-religiosos, comemorado em 8 de maio, foi instituído pela lei 0933, de 3 de novembro de 2005, 8 de maio, como o Dia Estadual dos Cultos Afro-Religiosos. A data foi escolhida em homenagem à saudosa Dulce Costa Moreira, a “Mãe Dulce”, uma das pioneiras da cultura afro-religiosa no Amapá; ela teria tocado pela primeira vez o Tambor de Mina no Estado do Amapá, no dia 8 de maio de 1962.


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