Nota 10

Emissários da Cegonha desfila com enredo que inspira crenças e superstições do Amapá

Agremiação, que comemora 53 anos de carnaval, é a segunda escola do grupo de acesso a desfilar nesta sexta-feira, 13 de fevereiro


Fotos: Gabriel Penha/DA

 

Ziulana Melo e Cleber Barbosa
Da Redação

 

Escola de Samba Emissários da Cegonha é a segunda a desfilar na avenida Ivaldo Veras, no Carnaval de 2026, com o enredo ‘Uma fascinante viagem pelas crendices e superstições de um povo: sorte ou azar?’, inspirado nas crenças que alimentam o imaginário popular da cultura amapaense, passeando pelo cotidiano, medos e esperanças que sustentam os mitos do imaginário popular.

 

 

O enredo surge através da dualidade existente entre a sorte e azar no âmbito da cultura oral popular, perpassada por gerações, sustentada pela crença dos povos e, principalmente, pelos ancestrais.

 

Agremiação fez um desfile que aliou técnica e empolgação, atingiu o tempo mínimo de desfile e não ultrapassou o limite máximo para ocupar a avenida. Desfilou com pouco mais de 1.315 brincantes, chamando a atenção também pelo tamanho das alas e o bom acabamento de suas alegorias e tripés.

 

 

Histórico

A escola foi fundada a partir do antigo bloco Coqueiro Verde, criado em 1973 no bairro do Trem, em Macapá. No ano seguinte, a agremiação passou a se chamar Emissários da Cegonha e, em 1987, foi oficialmente transformada em escola de samba, consolidando sua presença no carnaval amapaense.

 

 

A escola acumula títulos importantes para sua trajetória, colecionando conquistas desde antes da construção do sambódromo de Macapá, sendo eles: 1976, 1992, 1994, 1998, 2000 e 2020, sendo este um momento histórico ao ser consagrado campeão do grupo de acesso ao desfilar em um sambódromo improvisado construído na Rua Victa Mota Dias.

 

 


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