Nota 10

Estação Primeira de Mangueira, agora também do Amapá, leva força e beleza à Marquês de Sapucaí

Verde e Rosa encerrou primeiro dia de desfiles do grupo especial do Rio; segundo a crítica nacional, escola de samba se credenciou a voltar no Sábado das Campeãs


 

O enredo da Mangueira rendeu desfile luxuoso e forte, que credencia a verde e rosa a voltar no Sábado das Campeãs.

 

 

Segundo a crítica do O Globo, intitulada “Mangueira junta o povo daqui e de lá para ser a melhor de domingo, as alegorias imensas, impactantes, consolidaram o estilo do carnavalesco Sidnei França, no seu segundo ano na Sapucaí.

 

 

 

E o chão verde e rosa sustentou o samba, que nunca esteve entre os melhores da safra, e teve uma apresentação sem erros.

 

 

 

A rainha de bateria Evelyn Bastos brilhou, conjugando força e beleza típicas da sua trajetória. E pela primeira vez sozinho, o intérprete Dowglas Diniz teve desempenho impecável. E no fim, diz O Globo, a Mangueira está autorizada a sonhar com o Sábado das Campeãs.

 

 

 

A Folha de S. Paulo registrou o primeiro dia de desfiles, e em sua crítica, diz que a Mangueira foi a escola que mais impactou a Sapucaí, com destaque para o acabamento das fantasias. A verde e rosa fez várias paradinhas e marcou a avenida com cores vibrantes na divisão das alas para homenagear Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca, apresentado como o Xamã Babalaô que protege a Amazônia Negra.

 

 

 

O enredo percorreu os chamados cinco encantos: iniciou com rituais indígenas do Turé, atravessou rios tucujus conectando povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, celebrou a medicina ancestral com ervas e curas, destacou manifestações culturais do Amapá como Marabaixo e Batuque, culminando na Missa dos Quilombos, e finalizou com Sacaca se transformando na natureza, reafirmando seu papel como guardião da Amazônia Negra.

 

 

A reportagem segue, ainda, registrando o carro intitulado ‘Engarrafa a Cura, Vem Alumiar’, que levou cheiros de ervas medicinais à Sapucaí, exaltando Mestre Sacaca como o ‘doutor da floresta’. A alegoria destacou suas garrafadas medicinais, homenageando parteiras e mulheres beneficiadas por seus remédios, com referência ao apelido espiritual, o ‘Preto Velho do Amapá”.

 

 

 


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