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Nota 10

Giovanna Alcolumbre lança ‘Beatriz’, obra escrita para levar felicidade aos outros

“Beatriz” tem em sua essência nos fazer crer que é possível, mesmo com as contrariedades da vida, poder fazer o outro feliz.


Aparentemente uma utopia. Algo que transita no ideário de tantos. Mas imagine quando tal possível devaneio é caracterizado em seu nome. Assim nos é Beatriz. Nome que traz em si não apenas uma etimologia, senão a própria dádiva de levar a felicidade a quem necessita.

O livro Beatriz, da escritora Giovanna Alcolumbre Leite, lançado primeiramente em Belém do Pará e, na última sexta, 24, na Livraria Leitura, em Macapá, tem em sua essência nos fazer crer que é possível, mesmo com as contrariedades da vida, pode-se sim fazer o outro feliz. Basta ser você mesmo, sem exageros, sem prepotências – sabendo que sua vida é um prosseguimento de escolhas e oportunidades que, com as mazelas, servem de impulso a se ressignificar e se sedimentar a cada novo passo.

Beatriz já tinha a sua meta, mesmo que ainda não tão delineada, ser rainha de Grimmor. Mas chegar lá não seria apenas se fazer ou se querer, exigiria renúncias, saber lidar com o coração, valorizar as amizades e… ser forte nas traições e perseguições.

A jovem escritora Giovana, a Gigi, soube como tecer os fios de um mundo mítico, mágico, délfico com situações tão hodiernas vividas por jovens que, inúmeras vezes foram são levados a ser céticos, indiferentes a sua realidade circundante e o receio de acreditar no impossível, ou melhor, crer que o impossível possa e deva ser, ele sim uma grande utopia. Que a inconformidade ao “mesmismo”, a indignação com o comodismo sejam ações que devem ser a representação de vida e atitude de muitos.

Que a leitura das páginas de Beatriz faça-nos sermos crianças, pela inocência; adolescentes, pelas descobertas de si por si; jovens, pela vivacidade que cada nova situação nos fará consolidar um crescimento sólido e maduro.

Em anos guardado, não haveria hora melhor para tanto, vivenciando-se pandemia, perdas vem se definindo uma época em que mais escritores possam ter, em sua obra, um elixir para nos fazer fortes e perseverantes a um novo mundo.


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