Nota 10

Madrinha e Padrinho da 19ª Parada do Orgulho LGBT do Amapá serão apresentados nesta terça-feira, 21

Com o tema “De Mãos Dadas por um Brasil de Todas as Cores”, a 19ª edição deste ano da Parada percorrerá o circuito democrático da orla de Macapá marchando por liberdade, justiça e cidadania.

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A comissão organizadora apresentará  nesta terça-feira, 21, às 19h, a madrinha e o padrinho da  19ª Parada do Orgulho  LGBT do Amapá, que será  realizada  no dia 1º de setembro em Macapá.  A Jornalista Ana Girlene e o Professor Antônio Sardinha são os padrinhos do evento, que é o maior da Região Amazônica.

Com o tema “De Mãos Dadas por um Brasil de Todas as Cores”,  a 19ª edição  deste ano da Parada percorrerá  o circuito democrático da orla de Macapá marchando por liberdade, justiça e cidadania.  A definição de madrinha  e padrinho valoriza os aliados e aliadas da comunidade LGBT no Amapá, pessoas que promovem os direitos humanos e políticas públicas voltadas a esse segmento. A honraria é uma forma de agradecer os esforços realizados por essas pessoas no combate aos estigmas, preconceitos e discriminações.

A Madrinha

A Madrinha da 19ª  Parada do Orgulho LGBT do Amapá, Ana Girlene, é jornalista, há 11 anos está  no comando da bancada do programa Café com Notícia, prestadora de serviço à sociedade amapaense com isenção e respeito aos seus ouvintes. Desde jovem, Ana almejava alçar voo no jornalismo. Em sua trajetória, conquistou respeito por sua conduta profissional. De igual maneira, rapidamente recebeu o reconhecimento e a admiração dentro e fora do contexto do ofício que escolheu. A madrinha acima de tudo respeita à população LBGT e colabora no combate ao qualquer tipo de preconceito.  No dia a dia  enaltece os momentos do cotidiano de filhas e filhos amapaenses e fortalece os corações de irmãs e irmãos componentes do arco-íris tucuju.

O Padrinho

Antônio Sardinha é professor da Universidade Federal do Amapá, coordenador do curso de Pós-Graduação em Estudos Culturais e Políticas Públicas. Atua na luta pelos direitos humanos LGBT há 10 anos. Adotou nossa terra como sua e está na linha de frente da formação de uma nova geração de jornalistas no Amapá. Mestre de acessível diálogo, Sardinha é considerado, indiscutivelmente, um dos máximos exemplos de docentes comprometidos com o compartilhar de sabedoria e conhecimento mesmo além de muros institucionais. O padrinho é  considerado pelos militantes  do movimento LGBT como “ímpar”, por sempre prestar apoio ao presente movimento junto a formulações e articulações de políticas públicas à população LGBT do Amapá.

 
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