Nota 10

Museu Sacaca serve de exemplo de preservação da natureza em campanha da Diocese

Logo após a celebração, o padre Rafael Donesqui e sua equipe diocesana aproveitou para fazer um passeio no barco “O Regatão” e conhecer algumas ambientações do Museu.

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Claudio Rogério
Ativista Cultural

“Meu São José da beira-mar / protegei meu Macapá…” Foi ao som de ‘Pedra do Rio’, composição do cantor amapaense Osmar Júnior que o Museu Sacaca recebeu no primeiro dia de março, a imagem peregrina de São José.

Conduzida pela Diocese de Macapá, na coordenação do padre Rafael Donesqui, pároco da catedral de São José, a representação do padroeiro foi saudada em sua chegada com fogos e entregue para a diretora-presidente do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), Marlene Souza.

Uma pequena celebração com os funcionários do Iepa e do Museu Sacaca, colaboradores e amigos do Museu, foi realizada pelo pároco, que falou sobre o tema para o ano de 2019: “São José, guarda os filhos da Amazônia como guardastes Jesus e Maria”.

“São José cumpriu com sua missão de guardar Jesus e Maria. Então, guardar a Amazônia significa valorizar tudo o que a Amazônia pode oferecer para os povos que aqui vivem. Até agora a Amazônia foi vista mais em termos de exploração econômica e, agora, é preciso enxergá-la como um projeto que pode ajudar quem vive primeiro aqui e, depois, toda humanidade”. afirmou o padre Rafael.

Em seguida, o padre falou sobre a importância do Museu Sacaca neste contexto do tema escolhido pela igreja para 2019. “O Museu Sacaca tem uma tarefa grande de educação, sobretudo para novas gerações. O povo da cidade não conhece o interior e, aqui, todos podem encontrar o que quer dizer viver de maneira sustentável numa realidade bonita, além de tudo que pode ajudar a viver melhor”, considerou.
Foi a primeira vez em que a imagem peregrina de São José entrou no Museu Sacaca.

 
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