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Nota 10

Tradição, cultura e história: 35 anos de luta e resistência do Berço do Marabaixo

O evento contará com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AP).


Neste sábado (2), no Barracão da Tia Gertrudes, vai rolar a comemoração dos 35 anos de luta e resistência do Berço do Marabaixo. O evento contará com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AP).

 

Na Favela, o Ciclo do Marabaixo é uma herança deixada por Gertrudes Saturnino de Loureiro, que após a sua saída da frente da cidade, a pedido do governador da época, resolveu reconstruir sua história na Favela, onde criou seus filhos, filhas, netos e netas, deixando a eles e toda esta geração, o legado das festividades.

A neta de Gertrudes Saturnino, Valdinete Costa, marabaixeira, promesseira e festeira do ciclo do marabaixo, diz que “depois de dois anos sem a realização das atividades presenciais do ciclo do marabaixo, 2022 é um ano de reencontros e agradecimentos à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo pelas batalhas vencidas e de um recomeço para todos nós”.

 

“O Marabaixo é uma expressão única. É a cultura do Amapá na essência e é nosso dever apoiar todos que possuem a missão de perpetuar essa tradição que herdamos de nossos antepassados para as novas gerações”, comentou o titular da Secult.

 

Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2018, recebe apoio do Governo do Estado, com investimento de R$ 110 mil, através da Secult/AP, divididos igualmente entre os grupos realizadores em 2022.


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