Amapá reduz em 50% estatísticas sobre violência no carnaval
Dados preliminares mostram diminuição de ocorrências, principalmente em casos de roubos

O planejamento estratégico da segurança pública do estado do Amapá não registrou nenhuma ocorrência grave durante as festividades de Carnaval, em Macapá, até à tarde de sexta-feira, 20. É o que demonstram as estatísticas do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel, destacando a execução eficiente do planejamento das forças de segurança.
Segundo os dados, em 2025 foram registradas 72 ocorrências durante o Carnaval em todo o estado. Em 2026, o número caiu para 35 registros no mesmo período, representando uma redução de aproximadamente 50%, com destaque para a ausência de ocorrências graves nos eventos carnavalescos.
Os números mostram ainda que, em 2025, foram registrados 29 furtos e seis roubos durante o Carnaval. Já em 2026, foram contabilizados 12 furtos e dois roubos, demonstrando queda significativa nos índices, resultado do trabalho das forças policiais.
“Estamos executando um planejamento estratégico baseado em altos investimentos no servidor, em equipamentos, inteligência e tecnologia, garantindo bons resultados para a nossa população”, destacou o secretário adjunto de justiça e segurança pública, Felipe Vieira.
O Governo do Amapá lançou o plano operacional para a segurança do Carnaval 2026 com a atuação de 1.517 agentes, com policiamento a pé, motorizado e aéreo, além do auxílio de câmeras de monitoramento. Todo o planejamento integra as ações de investimento e gestão do programa Amapá Mais Seguro.
Durante o desfile das escolas de samba, a passagem do Bloco ‘A Banda’ e as programações nos municípios, assim como no circuito dos blocos, houve policiamento ostensivo e preventivo. Todas as programações contam com agentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Iapen, Polícia Científica, Grupo Tático Aéreo (GTA) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran), atuando de forma integrada.
Todo o aparato de segurança para o Carnaval inclui reconhecimento facial, uso de inteligência artificial, dezenas de drones, sistemas de inteligência e policiamento preventivo e ostensivo remunerado — ou seja, com escala extra de profissionais.
Deixe seu comentário
Publicidade



