Polícia

Após quatro anos, Maria Darci senta no banco dos réus

Mulher será julgada pelo assassinato do policial penal José Éder, morto à facada em novembro de 2021


 

Elen Costa
Da Redação

 

Teve início na manhã desta terça-feira, 10, a sessão que julgará Maria Darci Farias Moraes Gonçalves, ré confessa do assassinato do policial penal José Éder Ferreira Gonçalves, cujo crime ocorreu em novembro de 2021, na zona norte de Macapá.

 

Maria Darci será julgada pelo Conselho de Sentença formado por seis mulheres e um homem, escolhidos por meio de sorteio.

 

A sessão está sendo conduzida pela juíza Lívia Simone. A acusação está por conta do advogado Cícero Bordalo e tem como assistente de acusação o Ministério Público. Já a defesa de Maria Darcir está sendo feita pelos advogados Paulo Sá e Renato Nery.

 

 

“Esse é o nosso terceiro júri do ano. É um júri um pouco mais trabalhoso, que tem muitas testemunhas a serem ouvidas. Creio que devemos levar uns dias para concluir os trabalhos e termos um resultado. Eu não posso falar sobre o processo, mas está tudo certo, tudo planejado; a equipe tá toda aqui pra que tudo transcorra dentro do que se espera de um julgamento”, explicou a magistrada.

 

Ao todo, 11 testemunhas serão ouvidas: sete de acusação, três de defesa e uma de rol comum, além da ré.

 

A primeira testemunha a ser ouvida foi o sargento da Polícia Militar que atendeu inicialmente a ocorrência. Ele deu detalhes de como encontrou a cena do crime e a autora do fato.

 


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