Cezar Vieira apresenta balanço da segurança pública no Amapá
Para titular da Sejusp, Operação Mute e Amapá Mais Seguro reduziram significativamente atuação de grupos criminosos no estado; ele também destaca ação social nas comunidades

Douglas Lima
Editor
O titular da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), delegado Cezar Vieira, apresentou balanço do setor no estado em fala no programa LuizMeloEntrevista (Diário FM 90,9) desta sexta-feira, 29. Na oportunidade, ele atestou um saldo positivo no enfrentamento a grupos criminosos e na melhoria da sensação de segurança da população.
Segundo o delegado, as políticas públicas adotadas no combate ao crime organizado já apresentam números significativos. Como exemplo, ele citou a Operação Mute, de nível nacional e implementada pelo estado para impedir a entrada de materiais ilícitos, como celulares, drogas, dinheiro e armas, nos presídios.
“Nessa semana recolhemos materiais que não haviam entrado ainda no sistema prisional, além de alguns dentro. Isso mostra a eficiência do trabalho de inteligência, investigação e atuação da segurança pública”, informou Vieira.
Para o enfrentamento das práticas criminosas, o secretário apontou o investimento em tecnologia e inovações, como drones de alta capacidade com infravermelho, que são usados em outros estados e em sistemas de segurança no exterior. “Houve uma redução de 70% nos roubos de 2022 para cá. Isso mostra a responsabilidade da gestão”, constatou.
Sobre o Programa Amapá Mais Seguro nas Comunidades, o titular da Sejusp anunciou a quarta edição, para sábado, no bairro Coração. Ele ressaltou que a iniciativa deixa de lado o enfrentamento ao crime e a repressão, para aproximar as forças da população com serviços sociais que incluem, entre outros órgãos, como Superfácil e a Defensoria do Pública do Estado.
Período Eleitoral
Visando coibir a atuação de facções criminosas durante as eleições, Cezar Vieira afirmou que as forças de segurança serão implacáveis e que será adotado o sistema de tolerância zero contra esses grupos.
“Nenhum candidato com qualquer tipo de vínculo com facção terá a perspectiva de avançar em sua decisão de ingressar na política. Nossa responsabilidade é manter nossa sociedade segura; estamos trabalhando nesse sentido. O voto será livre e espontâneo, ninguém vai ter a condição de impor”, concluiu o secretário.
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