Foragido que rompeu tornozeleira eletrônica é preso com um quilo de drogas
Ação conjunta da Denarc e da Core no bairro Brasil Novo resultou em flagrante após suspeito tentar se desfazer dos entorpecentes; pena pode passar de 15 anos

Elen Costa
Da Redação
Uma ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) resultou na prisão em flagrante de um homem de 32 anos no bairro Brasil Novo, na zona norte de Macapá. O suspeito, que já era considerado foragido, responderá pelos crimes de tráfico de drogas e resistência.
De acordo com informações, o setor de inteligência já monitorava o indivíduo após descobrir que ele havia rompido sua tornozeleira eletrônica há alguns meses, possuindo um mandado de prisão pendente de cumprimento. Além disso, denúncias apontavam que o investigado armazenava substâncias entorpecentes em sua residência e mantinha outra parte enterrada no quintal do imóvel.
Ao se aproximar do endereço para averiguar a situação, as equipes das especializadas desencadearam uma intensa correria dentro da casa. Da área externa, os agentes flagraram o momento exato em que porções de substâncias ilícitas foram arremessadas em direção aos fundos do terreno, em uma tentativa desesperada de ocultação de provas.
Diante da evidência do crime, os agentes realizaram o adentramento tático no imóvel e contiveram o homem. Durante as buscas detalhadas, tanto no interior da residência quanto na área externa, foram localizadas e apreendidas quatro porções grandes de entorpecentes, totalizando aproximadamente um quilo de drogas.
O sujeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à sede da Denarc. Em depoimento oficial à autoridade policial, o suspeito confirmou ter meses atrás violado e retirado o equipamento de monitoramento eletrônico.
Ele ficou custodiado e foi apresentado ao Poder Judiciário na audiência de custódia, onde foi definida a manutenção de sua prisão preventiva. O material ilícito apreendido foi lacrado e passará por perícia técnica, ficando guardado até que a Justiça autorize o envio para a incineração oficial. Caso venha a ser condenado em juízo por todos os delitos acumulados, o investigado poderá receber uma pena de reclusão superior a 15 anos.
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