Polícia

Homem confessa assassinato em Santana, mas é posto em liberdade pela justiça

Investigado, de 27 anos, confessou ter participado do assassinato de Maycon Menezes, no dia 10 deste mês, em Santana. Vítima foi amarrada, esfaqueada e teve a garganta aberta pelos bandidos.

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A Polícia Civil do município de Santana, distante 17 quilômetros da capital, Macapá, confirmou a prisão de um homem, de 27 anos, que confessou envolvimento na morte do faccionado Maycon Menezes da Costa, cujo corpo foi encontrado no dia 10 deste mês em uma casa localizada em área de ponte no final da Avenida Tancredo Neves, bairro Nova União.

A vítima estava com pés e mãos amarrados. Na boca do homem havia uma mordaça. Foram identificadas dezenas de perfurações na garganta e tórax da vítima, principalmente, do lado esquerdo [em cima do coração]. A garganta também foi aberta.

Segundo o delegado Victor Crispin, da 1ª Delegacia de Polícia (1ª DP), de Santana, o investigado foi localizado no dia seguinte ao crime em uma casa no bairro Monte das Oliveiras. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38, o que gerou a prisão em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.


Durante o interrogatório o faccionado confessou envolvimento no assassinato de Maycon e ainda delatou mais três comparsas. Ele confessou que a vítima era da mesma facção a qual ele pertence, mas que Maycon tinha dívidas de drogas.

“O investigado confessou que estava jogando bilhar com a vítima e em seguida foram ao local do crime com a desculpa de usar drogas. Na casa, utilizando o revólver apreendido, deu uma coronhada em Maycon. Ele caiu, foi amarrado e depois esfaqueado várias vezes. Outras três pessoas estavam no local. Quanto à motivação do crime, o investigado disse que ele e a vítima pertencem à mesma organização criminosa e que houve uma determinação dos líderes da facçãoo para que a vítima fosse executada por estar com dívida de drogas”, destacou o delegado.

O auto de prisão em flagrante foi encaminhado ao Poder Judiciário, juntamente com a representação pela prisão preventiva em relação ao homicídio. Porém, o investigado foi solto na audiência de custódia, mesmo tendo confessado o homicídio de Maycon, estar respondendo por outros crimes, além de ser integrante de organização criminosa e não ter residência fixa.

 
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