Polícia

Operação integrada entre as polícias Civil do Amapá e Pará tem criminosos mortos

Operação é deflagrada na manhã desta quarta-feira (13) em Macapá (AP), onde um criminoso foi morto, e no município de São Domingos do Capim (PA), onde outro bandido também sucumbiu ao resistir à prisão.

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Elden Carlos
Editor-chefe

Uma operação integrada entre as polícias Civil do Amapá e Pará, deflagrada simultaneamente na manhã desta quarta-feira (13) em Macapá (AP), e no município de São Domingos do Capim (PA), cumpre cinco mandados de prisão contra integrantes de uma organização criminosa com ramificações nos estados vizinhos.

Segundo o delegado Fábio Araújo, coordenador do Departamento de Polícia Especializada (DPE), do Amapá, na capital amapaense foram cumpridas duas ordens de prisão. Uma mulher, alvo da operação, foi presa sem resistência.


Já no bairro Universidade, zona Sul de Macapá, o traficante Antônio Miguel da Costa Bastos, de 40 anos, que estava homiziado em uma residência localizada no final da passarela Inspetor Antônio Oliveira, conhecida como Ponte do Gonzaguinha, recebeu as equipes policiais a tiros e acabou morto no confronto.
“Ele resistiu à prisão e acabou alvejado no revide. Era um criminoso de alta periculosidade e tinha cinco mandados de prisão em aberto, sendo todos expedidos pela justiça do Pará. Ele fugiu para o Amapá onde montou uma série de negócios ‘lícitos’ para lavar o dinheiro do tráfico. Foi uma operação integrada para desarticular essa organização criminosa ramificada nos dois estados”, disse o delegado.

A Divisão de Capturas e o Grupo Tático Aéreo (GTA) integraram a operação. Os policiais civis do Pará que vieram ao Amapá receberam todo apoio necessário na missão. Ainda de acordo com o delegado Fábio, Bastos tinha como mote principal no crime o tráfico de drogas em homicídios.
“Houve um ataque a uma delegacia de São Domingos do Capim, em junho do ano passado. Ele [Miguel] foi o autor intelectual desse atentado. A Polícia Civil havia realizado algumas prisões e apreensões importantes, dias antes, o atentado foi uma represália dos criminosos locais, chefiados por esse bandido alvo da operação de hoje”, complementou.

A Polícia Técnico-Científica (Politec) foi acionada para remover o corpo de ‘Miguel Gordo’, como era conhecido. Na casa onde ele estava foram apreendidos R$ 2 mil em espécie e o revólver usado no confronto. A ocorrência continuava em andamento até a publicação desta matéria.

Reportagem e fotos: Olívio Fernandes

 
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