Polícia

Polícia dá dica para evitar invasão em celulares

Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos: golpistas usam mensagens urgentes para enganar vítimas


 

Elen Costa
Da Redação

 

A Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DR-CCiber) orienta a população acerca de práticas que podem evitar que pessoas tenham seu celular invadido.

 

O titular da pasta, delegado Anderson Silwan, deu dicas para que o cidadão proteja o seu aparelho contra invasões.

 

“As pessoas devem ficar atentas e não acessar links suspeitos. Os golpistas usam mensagens urgentes para enganar. Então, não clique em links recebidos por SMS, WhatsApp ou e-mail”, alertou a autoridade policial.

 

Para não ser mais uma vítima de golpes, outra dica é que a pessoa acesse a página sempre digitando o site oficial no navegador.

 

“É importante lembrar que a urgência é isca desse tipo de criminoso. Daí, outro alerta é usar senha forte. Usar números em sequência, data de nascimento e nome do filho não protegem ninguém”, ponderou o delegado, norteando o usuário a optar por frases longas com números e símbolos, e nunca compartilhar senhas ou usar senhas repetidas.

 

Anderson disse também que se deve desconfiar de e-mails perfeitos demais.

 

“Erros de português, promoções milagrosas e ameaças são sinais de golpe. Nunca abra anexos desconhecidos, confirme direto no site oficial. Phishing não pesca peixe, pesca dados”, destacou.

 

A polícia garante que o sistema desatualizado é vulnerável, por isso, a atualização do dispositivo fecha falhas de segurança.

 

 

“A pessoa pode ativar a atualização automática. Os hackers exploram falhas antigas que você não corrigiu. Outro cuidado é com o wi-fi público. Evite acessar banco, e-mail e gov.br. Redes abertas podem ser monitoradas. Se precisar usar, utilize VPN confiável. Wi-fi grátis pode sair caro”, explicou o titular da DRFE.

 

Usar muitos aplicativos também pode ser arriscado. A polícia indica a baixar apenas aplicativos de lojas oficiais e conferir permissões.

 

“Aplicativos estranhos devem ser desinstalados. Lanterna não precisa acessar seus contatos. E não esqueçam: façam backup regularmente dos seus dados, usem nuvem ou HD externo. Em caso de ataque, você não perde tudo. Quem tem backup, não negocia com criminoso”, enfatizou.

 

Por fim, o delegado Anderson Silwam disse que se a pessoa suspeitar que teve o telefone invadido, ela deve agir rapidamente, trocando as senhas; ativando o 2FA; avisando seus contatos; registrando um boletim de ocorrência; e denunciando.

 


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