Polícia

Rotam apreende outro veículo adulterado no Amapá

Veículo tinha adulterações no motor e chassi. Na semana passada o Bope apreendeu um carro de luxo avaliado em R$ 200.000 Policiais do batalhão passam por treinamento minucioso para identificar esse tipo de crime veicular.


Policiais da Ronda Ostensiva Tática Motorizada (Rotam), 1ª Companhia do Batalhão de Operações Especiais (Bope) detiveram um homem de 33 anos na tarde de sexta-feira (8) que dirigia um veículo com restrição de roubo, conforme constante no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

 

O automóvel, registrado no município de Belém (PA), trafegava pela rua Claudomiro Moraes. Segundo o tenente Hércules Lucena, os policiais desconfiaram do automóvel e procederam à abordagem. O motorista – que responde pelo crime de tráfico de drogas – estava com documentos falsos do veículo.

 

Os sinais de adulteração [remarcação], no motor e chassi, confirmaram as suspeitas. O motorista foi apresentado no Centro Integrado em Operações de Segurança Pública (Ciosp) Pacoval, onde o delegado plantonista iria adotar as medidas cabíveis.

 

“Após a constatação da fraude veicular, conseguimos a placa original do veículo que constava com restrição de roubo. Localizamos o proprietário que declarou ter sido vítima de roubo no dia 20 de março passado. Ele agradeceu pelo trabalho, relatando que era seu único bem material de valor, e que não tinha seguro. Nos próximos dias ele chega à Macapá para reaver seu automóvel”, disse o tenente Hércules.

 

O homem detido não quis comentar a procedência do veículo roubado. Na semana passada a Rotam havia apreendido uma SW4 avaliada em R$ 200 mil, que havia sido roubada no Maranhão (MA), passou por remarcação de motor e chassi no Tocantins (TO) e teve a documentação esquentada no Amapá. Nas últimas três semanas foram recuperados seis veículos em situações similares.

Esse trabalho é possível em razão da doutrina seguida pelos cerca de 50 policiais que atuam na Rotam. Um dos policiais passou por cursos específicos foram do Amapá, e multiplicou o conhecimento da companhia para atuar no combate à essa prática criminosa.

 

Reportagem: Elden Carlos
Fotos: Dicom/Bope


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