Polícia

Traficantes presos em operação da PF entregavam drogas até em escolas do Amapá

Operação Delivery, deflagrada na manhã deste sábado (09), em Macapá, cumpriu dois mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão, contando com apoio do GAECO.

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Elden Carlos
Editor-chefe

 

A Polícia Federal (PF) cumpriu na manhã deste sábado (09) dois mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão durante a Operação Delivery, que investiga um esquema de venda de drogas por meios de redes sociais com entrega do produto em domicílio. Segundo a PF, os investigados criavam grupos de venda de drogas variadas no aplicativo Whatsapp.

Os alvos da operação foram localizados nos bairros Jardim Marco Zero e Universidade, zona sul da capital. A operação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Amapá (MP/AP). Os federais utilizaram um drone como apoio aéreo na operação.

Durante o cumprimento das ordens judiciais a polícia ainda prendeu, em flagrante, um homem e uma mulher que estavam armazenando maconha, cocaína e ecstasy em sua residência. As drogas estavam sendo preparadas para a venda. Dois veículos utilizados para a entrega das encomendas foram apreendidos.

Segundo a PF, durante as investigações se identificou que os traficantes, após anúncios nas redes sociais, ainda realizavam a entrega das drogas nas residências dos usuários e em locais públicos de Macapá, como bares, supermercados, festas e até mesmo em escolas.

Os indivíduos, que comercializavam cocaína, skunk, ecstasy e LSD, tinham como modus operandi a realização de entrega das drogas em pequenas quantidades, na tentativa de tornar questionável o crime de tráfico de drogas, em caso de eventual ação dos órgãos policiais. A investigação identificou fortes indícios que um dos homens, de 22 anos, integra uma facção criminosa atuante no estado e possui registro de roubo, furto e tráfico de drogas.

O outro indivíduo, de 25 anos, já foi investigado por tráfico de drogas pela Polícia Federal e alvo de prisão temporária na Operação Private, deflagrada em 24 de junho do ano passado.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e integrar organização criminosa. Em caso de condenação, a pena pode chegar a 32 anos de prisão.

Imagens: Divulgação/PF

 
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