Política Nacional

Bolsonaro participará por videoconferência de reunião na Colômbia sobre Amazônia

Presidente recebeu recomendação médica de não viajar. No domingo, ele será submetido a uma cirurgia em São Paulo para correção de uma hérnia surgida no local de operações anteriores.

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O presidente Jair Bolsonaro participará por videoconferência, na próxima sexta-feira (6), da reunião de representantes de países sul-americanos na cidade de Letícia, na Colômbia, que discutirá as queimadas na floresta amazônica e a preservação da região.

Bolsonaro recebeu recomendação médica para não viajar. Na própria sexta-feira, ele começará uma dieta líquida, preparatória da cirurgia à qual será submetido no domingo, em São Paulo.

A cirurgia servirá para corrigir uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local de intervenções anteriores. Essas intervenções foram motivadas pela facada que recebeu em Juiz da Fora durante ato da campanha eleitoral do ano passado.

No próximo sábado, o presidente participa do desfile comemorativo de 7 de Setembro, em Brasília, previsto para durar uma hora e 15 minutos. Bolsonaro estará no palanque ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ele foi aconselhado a não desfilar em carro aberto, por razão de segurança.

O presidente deverá seguir para São Paulo no sábado à noite. Após desembarcar, vai diretamente para o hospital. Concluída a cirurgia, deverá permanecer dez dias internado, segundo estimativa dos médicos.

Nesta quarta-feira, Bolsonaro participará de uma cerimônia em Anápolis (GO) de recebimento da aeronave KC-390, encomendada pela Aeronáutica à Embraer.

Embora tenha dito que poderia saltar de paraquedas durante o evento, isso não deverá acontecer, pelo menos no que depender do Gabinete de Segurança Institucional. “Vamos ter que amarrá-lo”, disse em tom de brincadeira o ministro Augusto Heleno, do GSI.

Evento no Planalto
Nesta terça, Bolsonaro participou de um evento no qual a Presidência anunciou uma iniciativa intitulada “Semana do Brasil” para comemorar a semana do Dia da Independência. O objetivo, segundo o governo, é garantir descontos em lojas para consumidores.

Durante o discurso, ele sugeriu que, no 7 de Setembro, os brasileiros saiam às ruas de verde e amarelo. Em referência ao ex-presidente Fernando Collor, afirmou:

“Lá atrás um presidente falou isso e se deu mal. Mas não é o nosso caso. Não é para me defender, ou defender quem quer que seja. É para mostrar para o mundo que aqui é o Brasil, que a Amazônia é nossa”, declarou.

Ele afirmou ainda que o período do regime militar (1964-1985) pode ter sido “difícil” em alguns aspectos, mas nota “dez” em outros.

“Naquele período que nós vivemos, pode ser difícil em alguma coisa, mas na economia foi dez. No respeito à família, também foi dez. No amor ao próximo e à Pátria, também foi dez”, afirmou.

 
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