Política Nacional

Gilmar Mendes diz que hackeamento de autoridades é ‘muito grave’ e defende providências

Gilmar Mendes diz que hackeamento de autoridades é ‘muito grave’ e defende providências

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que o hackeamento de autoridades é “muito grave” e defendeu que sejam tomadas providências em relação ao caso.

Antes da sessão do plenário, Mendes comentou ataques cibernéticos a procuradores e outros agentes públicos, registrados nos últimos dias.
O ministro defendeu providências em relação a ataques: “Evidentemente que todos nós devemos nos preocupar com essa questão da segurança, é preciso tomar providências em relação a isso, é tema extremamente sério.”

Outros ministros do STF
Marco Aurélio Mello comentou a divulgação de mensagens trocadas entre o ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, e o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol, divulgadas pelo site “The Intercept”.
Mello afirmou não ter medo de ser hackeado: “Eu sou um cidadão, sou homem público, devo contas aos contribuintes. Eu falo muito pouco ao telefone, muito pouco mesmo”, disse. Ao ser perguntado sobre mensagens por aplicativo, ele completou: “Pelo WhatsApp, troco mensagens, né. Não tenho nada a esconder. E não mantenho diálogos fora do processo com as partes.”

Ricardo Lewandowski afirmou que não falaria sobre o episódio porque a questão será julgada pelo Supremo, se as conversas podem afetar o processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Juiz só pode emitir opinião se isso estiver formalizado nos autos. Em tese, não posso dar opinião.”

 
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