Política Nacional

Senador Ricardo Ferraço deixa PMDB criticando aliança com Dilma

Atualmente, o senador é membro titular de sete comissões no Senado, entre as quais, as de Assuntos Econômicos (CAE) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Ferraço também é relator da CPI do HSBC, que apura eventuais irregularidades relacionadas a brasileiros nas denúncias do “Swissleaks”, como ficou conhecido o escândalo gerado a partir do vazamento de informações bancárias de clientes do banco inglês.

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O senador Ricardo Ferraço (ES) anunciou o desligamento dele do PMDB, partido que compõe a base do governo. Com a saída do senador, o PMDB deixa de ter 18 nomes no senado e passa a ter 17. O PSDB pode ser o próximo partido do parlamentar.

Em nota, Ferraço afirmou que apelou “reiteradas vezes” para que o PMDB deixasse a aliança com o PT e com a presidente Dilma Rousseff. “Tenho defendido que o partido abandone o quanto antes essa aliança política responsável pela atual derrocada política, moral e econômica do Brasil, com graves consequências sociais. Ingenuamente, cheguei a acreditar que esse afastamento se daria, mas o que temos visto é a insistência na manutenção da aliança espúria, sem perspectivas de novos rumos”, escreveu.

Atualmente, o senador é membro titular de sete comissões no Senado, entre as quais, as de Assuntos Econômicos (CAE) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Ferraço também é relator da CPI do HSBC, que apura eventuais irregularidades relacionadas a brasileiros nas denúncias do “Swissleaks”, como ficou conhecido o escândalo gerado a partir do vazamento de informações bancárias de clientes do banco inglês.

Próximo destino
Apesar de Ferraço estar em negociação com o PSDB, a assessoria do senador não oficializou o destino do parlamentar e disse que ele deve fazer o anúncio nas próximas semanas.

O líder do PSDB no Senado, Cassio Cunha Lima (PB), afirmou que a negociação de Ferraço com os tucanos “está bem avançada” e que após o Carnaval a situação deve ser decidida. Se a ida de Ferraço para o PSDB for confirmada, o partido passará a ter 12 nomes no Senado.

“Só não está 100% fechado porque há preocupação tanto do PSDB quanto do senador Ferraço de tentar construir um caminho que possa gerar conciliação na política do Espírito Santo”, disse.

 
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