Política

BNDES aprova R$ 119,4 milhões para inovação no Amapá

Montante desde 2023 retoma investimentos no estado; em todo o país foram R$ 17,3 bilhões em 2025, o maior da série histórica iniciada em 1995


 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já aprovou R$ 119,4 milhões em crédito para financiar inovação no Amapá desde 2023. Os recursos retomam os investimentos no estado, que não tinha valores aprovados desde 2018.

 

Na região Norte, o volume foi de R$ 1,4 bilhão, desde 2023, ante R$ 15,9 milhões, entre 2019 e 2022, um crescimento de 9.186%.

 

Em todo o país, o montante chegou a R$ 36,2 bilhões, 411% maiores ante o período entre 2019 e 2022 (R$ 7,1 bilhões).

 

O montante aprovado em 2025 foi de R$ 17,3 bilhões, o maior da série histórica iniciada em 1995. O recorde anterior tinha sido em 2024, com R$ 13,6 bilhões. Antes disso, o maior valor foi registrado em 2013, com R$ 9,7 bilhões.

 

Os recursos aprovados para inovação cresceram em todas as regiões na comparação entre o volume aprovado entre 2023 e 2025 ante 2019 e 2022: Sudeste, 860%; Sul, 100%; Nordeste, 510%; e Centro-Oeste, 545%.

 

A maior parte dos recursos aprovados – cerca de R$ 36,2 bilhões (78%) – é do programa BNDES Mais Inovação, o que demonstra a retomada do banco no apoio à inovação das empresas.

 

Aloízio Mercadante – presidente do BNDES

 

“O BNDES atua com vários instrumentos complexos, complementares e fundamentais para o fomento à economia do futuro. Enquanto o Fundo Clima tem foco em projetos de descarbonização, de redução das emissões de gases do efeito estufa e de preservação e restauro florestal, o Programa Mais Inovação e a TR, em que batemos recorde histórico de aprovações, avançam no financiamento a projetos de inovação que são estratégicos para o País. Sem falar no Fundo Amazônia e nos sete fundos que estruturamos junto com o setor privado, que irão mobilizar R$ 16,2 bilhões para iniciativas de transição ecológica, restauração ambiental e descarbonização da economia”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

 


Deixe seu comentário


Publicidade