Política

Davi promete acabar com parcelamento de salários e retomar obras paradas pra gerar emprego e renda

Davi Alcolumbre respondeu a perguntas formuladas pelos integrantes da bancada, autoridades e ouvintes do programa LuizMeloEntrevista (DiárioFM 90,9).

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Natural de Macapá e atualmente com 41 anos de idade, com 18 anos de mandatos parlamentares ininterruptos, aos 22 anos Davi Alcolumbre Tobelem trancou a matrícula na faculdade de Economia e ingressou na política, elegendo-se vereador pelo PDT por Macapá em 2000, permanecendo na Câmara Municipal por dois anos, após ter sido eleito em 2002 para o mandato de deputado federal, e reeleito em 2006 e 2010. Atualmente é filiado ao DEM, partido do qual faz parte do Diretório Nacional. Elegeu-se senador em 2014 com 36,26% dos votos. Bastante criticado por assumir posicionamentos antipopulares, votando a favor da reforma da trabalhista, mas responsável por grande parte dos recursos investidos no estado por meio de emendas parlamentares.

 

Primeiro protagonista da rodada entrevistas que o programa LuizMeloEntrevista (DiárioFM 90,9) está fazendo com os postulantes ao governo do Amapá, Davi Alcolumbre respondeu a perguntas formuladas pelos integrantes da bancada, autoridades e ouvintes. Ele afirmou nesta segunda-feira (10) que a simples renegociação da dívida de R$ 150 milhões contraída pelo Estado junto ao BNDES possibilitará o fim do parcelamento de salários, o que prometeu fazer caso se eleja governador, como também fomentar a economia, em especial o setor da agricultura, e retomar mais de 150 obras paradas no estado, o que vai possibilitar a geração de cerca de 8 mil empregos diretores na construção civil.

 

Pergunta: Apesar de possuir 18 anos de mandatos parlamentares e já ter exercido cargo no Executivo, como secretário de Obras do PDT, o senhor se apresenta como “o novo na política”, e esse “novo” seria a garantia de uma gestão transparente e eficiente. O senhor não acha que seria mais produtivo unir o “novo” com a experiência dos mais velhos?

Davi Alcolumbre: Quando se fala em “novo governar” o objetivo é dar aos amapaenses a possibilidade de um novo modelo de governança. Logicamente eu não sou novo na política, eu nunca disse isso; eu sempre digo que sou uma nova possibilidade de tirar da polarização dois grupos políticos que governam por 20 anos o Amapá. E no Parlamento eu tive a chance de convier com as pessoas, conhecer os problemas locais e ter condições para apresentar um novo projeto para o Amapá, pois essa experiência me garante os meios necessários para garantir maior presença do Estado e fortalecer os municípios.

Pergunta: Caso eleito o senhor vai passar o 1º ano administrando um orçamento preparado pela equipe anterior, com um governo que enfrenta uma situação financeira difícil em todos os setores, mas que contempla a Assembleia Legislsativa com R$ 178 milhões. Como o senhor pretende corrigir algumas distorções para conciliar o equilíbrio do orçamento e realizar investimentos?

Davi Alcolumbre: Isso será um debate travado com muita responsabilidade com os deputados reeleitos e eleitos; vou procurar debater o orçamento de 2019 na Assembleia porque de fato há muitas distorções; por exemplo, a Assembleia tem R$ 178 milhões, enquanto a Polícia Militar, com 3 mil homens, teve em 2017 um orçamento de R$ 6,5 milhão, mas conseguiu executar apenas R$ 3,5 milhão. Temos que discutir isso pra gente criar uma fórmula nos moldes das emendas parlamentares federais, com a metade para a saúde e a outra metade para infraestrutura; inclusive com emendas impositivas, o que vai colocar R$ 48 milhões em investimentos. Eu não tenho dúvida que a Assembleia Legislastiva vai se sensibilizar para termos condições concretas de investir mais de R$ 90 milhoes de reais a mais nas cidades.

 

Pergunta: Como vai ser a sua relação com as prefeituras, caso eleito?

Davi Alcolumbre: Minha experiência como vereador me fez estar próximo das pessoas. Quem tem acompanhado a a minha atuação parlamentar sabe que sou político um político municipalista; e por isso a minha relação com as prefeituras será transparente e independente de posicionamento político. Minha historia me credencia a tratar os municípios de forma respeitosa, e os municípios têm que ser ajudados pelo Estado, em especial com o investimento em apoio técnico, pois os municípios estão perdendo muitos recursos federais por falta de apoio técnico do Estado. Temos como exemplo Macapá, onde o Clécio cuida de 500 mil pessoas, mas o governo do estado não passou 1 só centavo para reformar escolas, asfaltar ruas, construir e reformar unidades de saúde; em nosso governo nós vamos apoiar os prefeitos independentemente de filiação partidária.

 

Pergunta: O presidente Michel Temer é disparado o líder mais odiado da história do país. O senhor, que já foi líder do atual governo, tem proximidade com o presidente, considera que essas críticas são justas ou injustas:

Davi Alcolumbre: Quero dizer que ele é o presidente da República e eu compreendo que existem muitos equívocos no governo. Mas o que estamos discutindo é o futuro do Amapá, e tenho usado e vou usar sempre a minha experiência como deputado federal e senador para buscar recursos em Brasília, independentemente do presidente que será eleito, seja quem for. Caso o eleito seja Bolsonaro, Haddad, Alckmin ou Marina eu vou virar as costas? Claro que não! Eu vou buscar apoio do presidente haja vista que quase a totalidade de recursos do Amapá é de transferências federais.

 

Pergunta: Analistas avaliam que o Amapá se alterna em duas fases, com excelentes perspectivas e ao mesmo tempo com muitos problemas que o impedem de crescer. Como o senhor avalia esse quadro?

Davi Alcolumbre: O Amapá vive mais de 24 anos de alternância do governo entre dois grupos; os jovens não viveram outro modelo de governo. Nosso plano de governo é focado alguns pontos principais, entre eles promover o desenvolvimento vocacionando a geração de emprego e renda. O Amapá é o 1º estado do Brasil em número de desempregados justamente porque ao longo de ano não se criaram mecanismos para capitanear o processo de investimento nos diversos setores, como o produtivo, o primário. Hoje os setores de comércio e serviços são fortes, mas a indústria foi abandonada pelos governos, que inclusive não teve nenhuma resistência quando uma multinacional, a Anglo foi repassada para a Zamin, resultando no fechamento de cerca de 10 mil e 800 postos de emprego. Eu proponho uma política séria, como a regularização fundiária, por exemplo, que era pra ter sido feita dois anos atrás, e não foi, e os agricultores estão fazendo investimentos esperando essa regularização, o que causa insegurança jurídica.

Pergunta: No seu plano de governo há previsão para realizar dragagens nos Igarapés, em especial no Igarapé das Mulheres (bairro Perpétuo Socorro), que estão assoreados, dificultando o embarque e desembarque da produção agrícola?

Davi Alcolumbre: Estivemos ontem caminhando no Perpétuo Socorro, que é um ponto histórico para desembarque da produção ribeirinha; conversei com vários produtores que reclamaram que há 14, 15 anos não é feita dragagem decente. Essa obra deveria ser de responsabilidade do governo do estado, mas tratamos em outro momento sobre o assunto com o prefeito Clécio e com o senador Randolfe (REDE) e nos comprometemos de apresentar emendas parlamentares para comprar uma draga destinada à dragagem do Igarapé das Mulheres, que custa cerca de R$ 2 milhões, mas será um patrimônio de Macapá, e que vai representar uma economia muito grande em aluguéis, além de ficar à disposição permanente para a realização dos serviços necessários.

 

Pergunta: Um dos mecanismos de relação entre o setor produtivo e o governo do estado e que o já aconteceu quanto à nomeação para algumas pastas de pessoas indicadas pelo setor produtivo. O senhor pretende manter e até mesmo ampliar essa prática?

Davi Alcolumbre: A prática que iremos adotar é o debate constante com todas as entidades representativas de maneira democrática a Republicana, com permanente diálogo com todos os setores, em especial com o comércio e os empreendedores, a partir da rediscussão da Margem do Valor Agregado (MVA), criado no último governo do PSB e que limitou os mesmos percentuais para pequenos e médios empreendedores, ocasionando um grande gargalo para o desenvolvimento do setor. Mas para isso precisamos, e vamos estabelecer um permanente diálogo, franco aberto e verdadeiro.

 

Pergunta: O senhor é tido como inimigo da classe trabalhadora porque votou contra autorização para investigar o presidente Temer, a favor da PEC que congelou por 20 anos investimentos na saúde e na educação e a favor da lei de terceirização, mas se apresenta como “novo”, apesar de ter sido secretário de Obras do PDT e de ter apoiado o PSB na gestão passada. Com esse perfil como o senhor, caso eleito, vai gerar emprego e renda em um estado que tem mais de 70 mil desempregados?

Davi Alcolumbre: Parte dessa pergunta é fake news porque eu não votei pela rejeição da denúncia, mas sim a Câmara, e nem chegou ao Senado. Eu não protegi o Temer, quem rejeitou foi a Câmara. E com relação à geração de empregos isso vai ser possível através da retomada de mais de 150 obras paradas, que vão ser responsáveis pela geração de milhares de empregos diretos e indiretos, porque cada emprego gerado na construção civil gera cerca de 8 empregos no seu entorno em todos os setores, beneficiando o restaurante, que compra na feira ajudando o produtor rural, a costureira, enfim, todos os setores. No total a retomada dessas obras vai gerar de imediato a retomada de mais de 8 mil empregos.

 

Pergunta: Mais de 98% do setor empreendedor é composto micros e pequenos. O que o senhor pretende fazer para fomentar e implementar esse setor econômico?

Davi Alcolumbre: Fortalecer os micros e pequenos e rediscutir o que hoje é um gargalo, que é a Margem do Valor Agregado, que foi implantado de forma brutal há 6 anos pelo governo do PSB, cuja tabelou colocou os mesmos limites de percentuais para pequenos e grandes, tirando capital de giro do pequeno para investimentos, obrigando-o a buscar financiamentos de bancos privados, que são agiotas legalizados. A correção dessa distorção vai permitir que os pequenos participem de licitações em forma de pregão presencial, oferecendo alternativas para o setor.

Pergunta: O senhor tem dito que o Imap é um órgão tomado de corrupção e que se for governador vai acabar com a instituição, que é responsável pelo processo ambiental e criar uma espécie de Super Fácil para fazer a regularização fundiária. Ambas as atividades são vitais para o desenvolvimento econômico. Como o senhor pretende trabalhar para dar mais transparência e celeridade ao licenciamento e à regularização fundiária, e qual o setor em que esses serviços serão concentrados caso o senhor seja eleito?

Davi Alcolumbre: O Imap tem servidores valorosos, que estão se dedicando, trabalhando para desenvolver o Amapá. É claro, público, que existem algumas investigações em operações da Polícia Federal envolvendo servidores, mas de nossa parte entendemos que a maioria se dedica a ajudar o governo e o povo Amapá. Entendemos que a unificação do licenciamento ambientação e da regularização fundiária vai agilizar esse processo, que sem dúvida é o grande entrava para o desenvolvimento do setor primário, considerando que o projeto de maneja de uma simples roça leva cerca de 10, 11 meses, agora imagine em médios e grandes empreendimentos? Nosso foco é extinguir o Imap, transferir o licenciamento com responsabilidade para a Sema (secretaria de estado do Meio Ambiente) e estabelecer prazos para que cada cidadão saiba quanto tempo vai demorar para concluir o licenciamento; e também vamos criar o Instituto de Terras para dar mais celeridade à regularização fundiária.

 

Pergunta: O senhor tem deixado transparecer que o Amapá tem sido anos a fio “uma geringonça sem pé nem cabeça” enquanto governador ora pelo PSB, do Capí e ora pelo PDT, do Waldez. Considerando que o senhor já foi secretário de Obras da prefeitura, quando o Roberto Góes, do PDT, primo do Waldez, era prefeito, não significa dizer que o senhor também já esteve por algum tempo com os pés dentro dessa “geringonça” que se propõe a desmontar?

Davi Alcolumbre: Quem no Amapá não esteve em um momento ou outro participando dos projetos políticos do PSB ou do PDT? Se eu disse que estamos apresentando um novo modelo de governo eu estou falando naturalmente de um governo com diálogo permanente e participação de pessoas comprometidas com novos projetos para o desenvolvimento do estado; em algum momento eu tive participação sim, mas estamos construindo um processo político que está em evolução desde 2010, quando um jovem, o Randolfe, quebrou barreiras e foi eleito senador, que continuou em 2012 com a eleição do Clécio para a prefeitura de Macapá; com o nosso apoio no 2º turno construímos a vitória e rompemos outra barreira; em 2014 teve a minha eleição para o Senado, quando as pesquisas me colocavam com reduzidos percentuais, mas eu sempre acreditei na vitória, assim como eu confio que em 2018 vamos continuar mudança paradigmas, para fazermos o que outros tiveram oportunidade e não fizeram, porque o Amapá cansou e quer um novo governador, e para isso estamos nos apresentamos com o nosso projeto político para o estado.

 

Pergunta: O que o senhor pretende fazer para melhor a saúde pública, a educação a segurança pública e a infraestrura?

Davi Alcolumbre: Eu não escolhi por acaso a companheira doutora Silvana Verdovelli, cuja gestão na Saúde é reconhecida até pelos adversários, e que tem muito o que contribuir nesse processo de renovação da saúde pública, que inclui um grande mutirão de saúde para reduzir filas e ampliar serviços em todas as especialidades e exames laboratoriais e de imagens; construir um novo Pronto Socorro, porque o único existente tem 56 anos e há mais de 24 anos continua com pacientes deitados no chão ou usando macaca do SAMU; quero dizer que vamos comprar medicamentos suficientes para atender a toda a rede de saúde, a todas as unidades da Capital e do interior, além de garantir o pagamento às prefeituras da Tripartite, que o estado não repassa e já acumula dívida de mais de 15 milhões de reais com as prefeituras.

Pergunta: Caso eleito o senhor vai nomear indicações de deputados estaduais em pastas estratégicas como educação e saúde com o intuito de garantir a governabilidade?

Davi Alcolumbre: Quero seguir o modelo de gestão do prefeito Clécio, que teve a doutora Silvana Verdovelli na saúde, com mais de 46 unidades de saúde reformadas e equipadas, e medicamentos em estoque até o final de 2018; e na secretaria municipal de Educação a professora Sandra Casemiro, servidora concursada, ambas com indicações técnicas. Eu digo publicamente que no nosso governo nós vamos escolher os melhores quadros políticos, acabando de vez com figurinhas carimbadas que são sempre previsíveis em determinados cargos em governos do PDT e do PSB.

Pergunta: O que o senhor tem de projeto para melhor a área de segurança pública como um todo, tanto na Polícia Militar como na Polícia Civil, que possuem preocupantes e acentuados déficits tanto em pessoal como equipamentos e viaturas?

Davi Alcolumbre: A segurança pública enfrenta problemas dramáticos que amedrontam as famílias amapaenses. Há 8, 10 dias, uma jovem foi passear e estava lendo um livro no Parque do Forte e pegou 7 facadas durante um assalto, mesmo não tendo reagido e após entregar o seu celular; os profissionais da área de segurança precisam receber capacitação permanente receber salários melhores, compatíveis à sua função, mas o Estado não faz isso; nós vamos dinamizar Escola de Administração Pública e resgatar e investir na Inteligência, porque só tem prevenção; precisamos também interligar as polícias estadual e federal e implantar no Amapá um sistema de vídeo monitoramento, inclusive usando as câmeras da CTMac (Companhia de Trânsito de Macapá) e envolver no processo a Guarda Municipal e todas as demais instituições de segurança.

 

Pergunta: É possível acabar de imediato com o parcelamento de salários?

Davi Alcolumbre: A gente tem que primeiro fechar o ralo do desvio da corrupção. Eu vou tratar com severidade desvios de conduta de todo e qualquer servidor público, porque o desperdício e a corrupção fazem falta remédio e merenda e aumentar as filas nos hospitais, evitando que alunos deixem de ir às escolas por falta de merenda e o que aconteceu recentemente, quando uma mãe perdeu a criança porque ficou 18 dias no hospital sem assistência. Nós vamos trabalhar fortemente com relação ao empréstimo com o BNDES para uma redução de R$ 25 a R$ 30 milhões, que vai representar cerca de R$ 150 milhões por ano, que será suficiente para regularizar os salários dos servidores. Isso é possível sim, mas o que falta é comprometimento.

 

Pergunta: Como o senhor pretende fortalecer e ampliar a agricultura familiar?

Davi Alcolumbre: A agricultura como um todo, e em especial a agricultura familiar será fortalecida, mas para isso é necessário primeiro dar condições para o escoamento da produção; as feiras dos produtores estão abandonadas; apresentei emenda parlamentar, que está em processo de licitação, para a Feira da Zona Norte; o senador Randofe também destinou emenda parlamentar para a Feira Maluca, que está quase concluída; o que a gente precisa é dar assistência técnica aos produtos, fortalecendo o Rurap, que é o órgão responsável por essa assistência, mas que possui apenas R$ 1,2 milhão de orçamento.

 

Pergunta: Matéria publicada no Diário do Amapá detalha parecer do vice-procurador-Geral da República pela cassação do seu mandato de senador por ilícitos durante a campanha, inclusive apresentação de notas fiscais frias na prestação de contas. Isso tem lhe preocupado?

Davi Alcolumbre: Tenho muita tranquilidade com relação a isso, porque o nosso corpo jurídico está tratando do assunto. O processo jurídico é feito em muitas fases; venci a eleição, fui devidamente diplomado e empossado e com muita honra e tranqüilidade venho representando o povo do Amapá no Senado; entre o parecer de um procurador e os votos unânimes de juízes a gente fica com os votos dos juízes; estou trabalhando muito tranqüilo buscando os recursos recursos para melhorar a vida das pessoas, e faço isso há 18 anos de mandatos, desde vereador; sou ficha limpa e o único processo que responde é esse, em que o meu adversário q perdeu no voto e apelou para o ‘tapetão’.

 

Pergunta: O senhor diz que vai fortalecer a agricultura e a longevidade na construção da rodovia que liga Macapá a Oiapoque é um dos principais entraves. Como o senhor pretende acabar com esse gargalo?

Resposta: Nós vamos retomar as obras, que são mais de 170; temos, por exemplo uma ponte no Laranjal do Jarí que começou há 11 anos e não terminou, pois foi paralisada após uma operação da Polícia Federal; nós vamos dar as mãos ao prefeito Márcio Serrão e o estado vai assumir aquela obra, que liga o Amapá ao Pará; assim como no Eixo Norte da BR-156, que será entregue para o Exército concluir, tirando essa responsabilidade da Setrap, do Dnit e do Ministério dos Transportes, possibilitando a conclusa dessa obra que já dura mais de 70 anos; temos também a Rodovia Norte-Sul, que começou há 9 anos, no governo do PSB, entrou e saiu outro (governador), já foram gastos R$ 65 milhões e a obra não está concluída, faltando ainda cerca de 1 quilômetro. Temos outras obras importantes que nós vamos concluir como o Píer do Santo Inês e os conjuntos Congós e Aturiá, que também serão prioridades no nosso governo

 
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