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Lucas Abrahão não fala em intervenção, mas diz que apoio do PT a Clécio não passou na direção nacional do partido

Pré-candidato ao Governo do Amapá diz no rádio que a Rede Sustentabilidade reúne condições para arregimentar forças progressistas no Amapá.


Cleber Barbosa
da Redação

Em entrevista ao programa LuizMeloEntrevista, na rádio Diário FM (90,9), o pré-candidato a governador do Amapá, Lucas Abrahão (Rede Sustentabilidade /AP), disse que a anunciada aliança política da federação PT/PCdoB/PV a Clécio Luís (Solidariedade) ainda não pode ser considerada consolidada, pois a Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores ainda não chancelou tal apoio.

Para ele, o momento requer a aglutinação de forças progressistas em torno de um projeto viável de vencer as eleições no Amapá, mas que o principal é construir o apoio para a vitória de Lula na eleição presidencial.
“A gente precisa criar um palanque unificado em alguns estados, como aqui no Amapá, onde eu acredito muito que vamos ter um palanque com Rede, PSOL, PSB, PT, PCdoB e PV, ou seja, uma união das esquerdas, uma união das oposições a nível local e nacional, acredito que conseguiremos isso até as convenções”, disse ele.

Questionado sobre a mexida no tabuleiro no fim de semana, quando alguns desses partidos sentaram à mesa com Clécio, ele disse que existe a oferta já lançada para que a federação formada por PT, PV e PCdoB possam indicar o candidato – ou candidata – a vice numa futura chapa encabeçada por essa pré-candidatura da Rede ao Governo do Amapá.

Lucas Abrahão também alfinetou o anunciado apoio a Clécio, com quem ele já trabalhou como secretário da prefeitura. Ele argumentou que a cúpula da campanha de Lula tem em Randolfe Rodrigues, da Rede, um dos coordenadores.
“A gente respeita a movimentação local dos dirigentes do PT, PCdoB e PV, é legítima, mas ao mesmo tempo a gente está apresentando para o presidente Lula e ao contexto da esquerda no Amapá, uma condição mais favorável, um palanque homogêneo onde o candidato ao governo possa pedir voto abertamente [para Lula], o que ainda não aconteceu nas outras pré-candidaturas”, concluiu.


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