Política

“Santana nunca teve uma prefeita”, diz Marcivânia ao pedir oportunidade ao santanense

Deputada federal vai ao rádio falar das propostas para ser gestora do segundo maior município do Amapá.

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Cleber Barbosa
Da Redação

 

A deputada federal Marcivânia Flexa (PCdoB/AP), que é pré-candidata a prefeita de Santana (AP), segundo maior município do Amapá, foi ao rádio nesta sexta-feira (07) falar das propostas que pretende apresentar na campanha ao eleitor santanense e lembrou que o município jamais foi governado por uma mulher, daí pedir a oportunidade de ser a primeira.

 

Ela concedeu entrevista ao programa Café com Notícia, na Diário FM (90,9), ocasião em que também comentou a escalada de violência contra a mulher. “A gente até conseguiu garantir instrumentos legais como a Lei Maria da Penha, o parlamento tem inclusive aprimorado isso a cada ano, mas infelizmente os índices são alarmantes, então temos que criar mecanismos mais eficientes para evitar que a violência aconteça”, disse ela.

 

Dentre as medidas para mudar essa realidade que só o arcabouço legal não vem garantindo, Marcivânia diz que é preciso trabalhar o problema em sua origem, nas residências, nas escolas, num processo que ela chamou de cultura da paz, da fraternidade e do respeito ao próximo.

 

Questionada sobre que áreas ela elege como prioritárias, aponta a saúde e a educação, mas disse que há muito a ser feito em todas as áreas e não entende por que Santana está muito distante de municípios até menores, mas com muito mais resultados para mostrar. “E não é por falta de recursos, pois o governo do estado e a bancada federal têm conseguido trazer muitos recursos para o nosso município, mas a atual gestão fez muito pouco, vem fazendo alguma coisa agora, com a ajuda do estado, mas no último ano”, disse ela.

 

Por fim, Marcivânia diz que embora seja bem avaliada por sua atuação no Legislativo, acha que a atividade parlamentar embora seja diligente e propositiva, ainda é muito lenta para conseguir respostas, daí o desejo de assumir cargo no Executivo, onde avalia ser a oportunidade de assumir um protagonismo que leve a resultados mais palpáveis e que levem à melhoria da qualidade de vida das pessoas, mudando a realidade da cidade.

 
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