CINCO DIAS TURISTANDO EM MACAPÁ
Guia de turismo relata suas
experiências de viagem focando em cultura e aventura.

Cleber Barbosa
Editor de Turismo
Macapá, capital do Amapá, me deu mais do que esperava. Voltei com lições não aprendidas na escola e pouco encontradas nos livros. Ao longo da jornada, fui entendendo como o destino combina pré-história, cenário amazônico, cultura e geografia rara de cidade isolada por grandes rios e densa floresta.
Conto o meu roteiro de 5 dicas com dicas úteis, minhas impressões e achados: da arqueologia ao ecoturismo, da preservação ao meio do mundo. Prepare-se para comer muito açaí com vista e brisa do maior rio do mundo. Para contextualizar: viajei solo e, no norte do país, é impossível se sentir sozinha porque as pessoas puxam conversa, oferecem boas dicas, perguntam de onde vem e com o que trabalha… Mas nada cansativo, recomendo manter as conversas e usar o bom senso quanto à segurança. Enfim, Macapá é aquariana como eu e acabou de completar 268 anos, deixo curiosidades exclusivas para começar.
Macapá é singular: veja algumas curiosidades
Macapá é a única capital do mundo por onde passa a Linha do Equador. De um lado é o hemisfério sul e do outro é o norte. Inclusive, tem um estádio de futebol chamado Zerão onde cada time ataca ou defende em hemisférios opostos.
Durante os equinócios (em março e em setembro), o sol se alinha perfeitamente com o Marco Zero, criando um fenômeno que projeta a sombra do monumento sobre exatamente a linha do Equador.
Macapá também é a única capital brasileira banhada pelo Rio Amazonas, o maior curso de água do mundo em extensão e volume.
Abriga a maior fortificação portuguesa das Américas, construída para defender a Amazônia no século XVIII.
É a capital brasileira mais isolada por não ter ligação rodoviária com o restante do país. Barco ou avião são as formas de transporte essenciais. (Reportagem completa em www.territorios.com.br)
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