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VISITA AOS QUILOMBOS

Àreas remanescentes podem ao mesmo tempo melhorar a qualidade de vida dos moradores e receber os turistas do Amapá


Cleber Barbosa
Editor de Turismo

 

Assim como milhões de turistas estrangeiros visitam o Pelourinho, em Salvador, as áreas remanescentes de Quilombo do Amapá podem perfeitamente ter um incremento na qualidade de vida de seus moradores se tiverem implantados conceitos de sustentabilidade de abertura à cadeia produtiva do turismo.

A Secretaria Extraordinária de Políticas para Afrodescendentes (Seafro), órgão do Governo do Amapá, iniciou um projeto para um diagnóstico oficial das comunidades quilombolas do Amapá, o que pode impulsionar essa enorme vocação.

Através de trabalho de campo (pesquisa), o objetivo é fazer um levantamento das condições em que vivem os moradores dessas regiões e ainda conversar com lideranças e moradores, para apontar as necessidades em setores como saúde, educação, transporte, comunicação, segurança pública, dentre outros.

 

Estrutura – “Nas ações que desenvolvemos já temos uma noção do que precisam em termos estruturais. No entanto, a ideia aqui é elaborar um estudo oficial das condições em que vivem os moradores desses lugares, para termos mais dinamismo e rapidez na elaboração de ações afirmativas e políticas públicas para elas”, Pedro Alencar. 


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