Heraldo Almeida
Sérgio Souto: cantor e compositor acreano
Sérgio Souto nasceu no dia 11 de julho de 1950, na cidade de Madureira, no estado do Acre. É um cantor, compositor e instrumentista brasileiro.
Mudou-se aos quinze anos de idade com a família para o Rio de Janeiro, em busca de melhores oportunidades. Trouxe consigo na memória sons da sua Amazônia natal.
Trabalhou como fotógrafo, gráfico e vendedor até conseguir lançar seu primeiro sucesso como cantor, a música “Falsa Alegria”, vencedora do Festival Rodada Brahma de Música Popular e gravada em LP independente no ano de 1980. No ambiente dos festivais de música popular brasileira, frequentes na década de 70 e 80, conheceu Amaral Maia, compositor e letrista carioca, com quem iniciou sólida parceria e amizade desde então.
Participou de quase todos os grandes festivais de música do país: Rodada Brahma de Música Popular Brasileira; Festival 79 da TV Tupi (SP); Festival dos Festivais da TV Globo; Festival Rímula de Música do SBT, em São Paulo; Festival O Som das Águas da TV Manchete, em Lambari, MG e outros.
A carreira de Sérgio começou a atingir o grande público na década de 80, com a exibição de um videoclipe da música “Falsa Alegria” no programa Fantástico (Globo). Outro sucesso foi a música “Minha Aldeia”, participante do Festival dos Festivais de 1985 e integrante da novela Sinhá Moça de 1986 na mesma emissora.
Com um repertório que passa pela toada, samba, fado e música regional, as composições de Sergio Souto se enriqueceram com parceiros como Aldir Blanc (Circo Brasil) e Paulo César Pinheiro (Diamante) ao longo da década de 80 e seguintes.
A sofisticação e variedade dos arranjos de seus LPs ganharam o talento de mestres de nossa música como Jota Moraes e Gilson Peranzzetta.
Se apresentou pelos principais palcos do Brasil, tais como maracanãzinho, Anhenbi, Olímpia, Teatro Amazonas, Teatro da Paz, Teatro Castro Alves, Teatro Carlos Gomes, Teatro Plácido de Castro, Dragão do Mar e outros tantos.
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Meu amor
É você que explode no peito
Deixa eu te ensinar direito
O que aprendi com a minha vida
Gente de Casa
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Valorizando
É importante que nos eventos que são convidadas, as escolas de samba do Amapá, toquem e cantem sambas autorais. Assim, valoriza suas obras. #Dica.
Enredo 2023
A Unidos da Tijuca definiu o tema do seu enredo para o carnaval 2023. ‘A Baía de Todos-os-Santos’. Um belo enredo.
Profissionalismo
No geral, falta profissionalismo para os trabalhadores do carnaval amapaense, principalmente das escolas de samba. Muitos falam: “Meu trabalho é profissional…”, mas o comportamento é de amador.
Referência
Programa ‘O Canto das Amazônia’, que apresentamos de segunda à sexta, na Diário FM 90,9, é a referência dos artistas amapaenses.
É um programa com a cara e o jeito da nossa gente, com uma linguagem regional bem amazônica de ser.
‘A Face do Meu Amor’
Título do novo disco do cantor e compositor, Rambolde Campos, e de uma música em parceria com o poeta, Joãozinho Gomes.
‘Histórias de Desamor’
Título do livro de Mauro Guilherme, publicado em 2012, foi republicado como e-book e ganhou nova capa. Podemos encontrá-lo na livraria virtual www.amazon.com.br. A obra foi premiada no Concurso de Contos da Associação Nacional dos Escritores, em 2006.
Juventude
Projeto Marabaixo da Juventude é um grupo formado por jovens, de vários bairros, ligados às comunidades negras e famílias tradicionais do Amapá.
Essa ‘garotada’ continua fortalecendo e perpetuando a cultura-mãe do povo tucuju, o Marabaixo.
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Felipe Cordeiro: um cantor pop da Amazônia
Felipe Cordeiro é um artista paraense, um dos principais expoentes da nova geração da sempre efervescente cena musical do Pará. Cantor, compositor e instrumentista, a sonoridade do músico é permeada por ritmos amazônicos que vão da lambada ao carimbó, da guitarrada ao atualíssimo tecnomelody.
Filho e parceiro musical do guitarrista e produtor, Manoel Cordeiro, um dos pioneiros da lambada no Pará, e de quem diz ter herdado o gosto radical pela diversidade. Entrou na Escola de Música da Universidade Federal do Pará aos onze anos e lá estudou piano, teoria musical e bandolim. Participou nesse período de vários grupos relacionados à sua atividade de estudante de música, se apresentando em concertos (solo e em grupo) por diversas salas de Belém do Pará.
Aos quinze anos, pouco antes de ingressar na faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará, curso no qual é graduado em Bacharelado e Licenciatura, influenciado pela MPB tradicional, começou a mostrar suas primeiras composições nos festivais de canções, sendo premiado em diversos deles pelo Brasil. Até então sua carreira era voltada exclusivamente para a composição, várias canções e parceiros foram feitos, disso resultou um disco (de compositor) chamado “Banquete”, no qual vários intérpretes e arranjadores foram convidados. Mas depois do contato com o teatro surgiu o interesse de assumir a interpretação das suas músicas, e juntamente com suas reflexões acerca da música brasileira, seu som foi ganhando uma assinatura muito específica e criativa.
Desde então, um humor, por vezes ácido, e uma necessidade aguda de experimentar sonoridades, além de poéticas, em torno da música popular, tornou-se um imperativo.
Felipe Cordeiro lançou, em 2011, o CD ‘Kitsch Pop Cult’, e agora está finalizando sua próxima obra musical, com sons e ritmos da Amazônia, mas com estilo popular, identidade assumida pelo autor.
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Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Tom Jobim/Vinícius de Moraes
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No Youtube
Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9), de segunda à sexta, às 16h, está no YouTube. Se inscreva e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas da Amazônia.
Virou samba
A música ‘Pérola Azulada’ gravada pelo grupo Gente de Casa, na versão samba, ficou top. A obra é autoria de Zé Miguel e Joãozinho Gomes.
Musical em TV
Consagrado cantor e compositor brasileiro, Oswaldo Montenegro transporta a premiada carreira de trilhas autorais no cinema, para o especial de TV, ‘Músicas Para Cinema’.
O projeto evoca interpretações intimistas sob a companhia de violão e piano, dramatizada por cenas de longas-metragens dirigidos pelo artista, projetado na MPB. Confira nas plataformas digitais do artista.
‘Ribeirinho’
Ribeirinho é o título da bela música de Guinga e Paulo César Pinheiro, que está no premiado disco, ‘Zulusa’, da cantora amapaense, Patrícia Bastos. A obra foi dirigida e arranjada pelo consagrado músico e produtor brasileiro, Dante Ozzetti.
“No ribeirinho, dentro da tarde serena. Um burburinho, uma cabocla morena, flor do caminho…”.
‘Desvairada Utopia’
Título do novo projeto musical do cantandor da Amazônia, Nonato Santos. Vamos contemplar mais uma obra desse artista que tem a cara e o jeito do povo tucuju.
Site da cultura
Visite o site da cultura ocantodaamazonia.com e acompanhe as informações e agendas de nossos artistas amapaenses e de toda a Amazônia. Uma linguagem bem regional com tempero amazônico. #VaiLá.
Personalidade
Sambista Aureliano Neck tem participação e composições em quase todas as escolas de samba do carnaval amapaense, sem falar de blocos carnavalescos.
Recebeu o título de Cidadão do Samba e perdeu a conta de quantas músicas já compôs só e com parceiros. Merece nosso respeito e reconhecimento.
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Saiba o que é poesia
Poesia é uma forma de se expressar e transmitir sentimentos, emoções e pensamentos. Antigamente, as poesias eram cantadas, acompanhadas pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isto, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico.
O Dia Nacional da Poesia é comemorado em 14 de março, pois foi nesta data que nasceu o grande poeta brasileiro Castro Alves, em 1847. Foi conhecido como o poeta dos escravos por ter lutado arduamente pela abolição da escravatura no Brasil. Poeta romântico, Castro Alves morreu de tuberculose na capital baiana, Salvador, em 06 de julho de 1871, com apenas 24 anos. Ele escreveu obras clássicas como ‘Navio Negreiro’ e ‘Espumas Flutuantes’.
A poesia, ou gênero lírico, é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo em que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor.
Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice. O sentido da mensagem poética também pode ser, ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.
Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem, ainda que, não necessariamente, verbal.
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Representante
A jovem modelo amapaense, Josi Alencar, é a representante amapaense no Concurso Nacional belezas do Brasil. O evento está agendado para acontecer de 18 a 22 de julho, na cidade de Natal (RN). Boa sorte.
Prêmio
Inscrições abertas para a 10ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria, que reconhece a pesquisa acadêmica com tema relacionado ao Patrimônio Arqueológico Brasileiro.
O prazo de inscrição encerra dia 9 de setembro de 2022, de forma gratuita e em formato online. Mais informação acesse: www.gov.br/turismo.
Festança
Estamos no mês de julho, mas as festas ‘Juninas’ ainda estão acontecendo. Neste sábado (16) vai acontecer a ‘Festa Junina’ da Associação dos servidores da Extinta Aster Amapá.
O evento vai acontecer na sede campestre da Associação, na Rodovia JP, antiga JK -km 8, a partir das 19h. Haverá venda de comidas típicas, bebidas e sorteio de prêmios.
‘Moh’
Título da nova música do cantor e compositor amapaense, Zé Miguel, em homenagem aos namorados, abrindo as portas para o romantismo explícito. A obra está no repertório do próximo disco do artista. Já disponível no Youtube.
No ar
Programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) está desde 2011 no ar sempre valorizando e divulgando obras de artistas da Amazônia. De segunda à sexta, ás 16h. #BomDeOuvir.
‘Ilhas Que Bailam’
Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, do poetinha Osmar Júnior.
‘Estrada de Mazagão’
Título do disco da Banda Mano Roots, que também é o nome da música carro-chefe do projeto. “Tocamos o verdadeiro reggae tucuju”, disse Dylan Rocha, cantor do grupo.
Eliakin Rufino: poeta e cantador amazônico
Nascido em Boa Vista, capital do Estado de Roraima, em 27 de maio de 1956. Faz shows de música e poesia falada, com banda ou no formato voz e violão. Muitas são as atividades que desenvolve, entre elas está a de escrever, que considera uma das preferidas. Escreve textos curtos, gosta de texto conciso, da audácia, da síntese, de dizer com o mínimo de meios.
Eliakin Rufino começou sua carreira artística nos anos de 1980 e tem seu primeiro livro publicado em 1984, Pássaros Ariscos. Nesse mesmo ano com forte influência do Modernismo e do Tropicalismo, junto com os amigos Zeca Preto e Neuber Uchoa, criou o Movimento Roraimeira, que por quase duas décadas referenciou e revelou artistas nas artes plásticas, culinária, literatura, dança, fotografia e na música, contribuindo para a construção da identidade cultural de vozes e feições para o povo de Roraima, calcado, sobretudo, nos elementos da cultura e da paisagem natural existente na região.
Tem vários livros publicados, entre eles: Pássaros Ariscos (1984), Poemas (1987), Escola de Poesia (1990), Brincadeira (1991), Poeta de água doce (1993), Versão Poética do Estatuto da Criança e do Adolescente (1995), Poesia para ler na cama (1997), Poeta de Água Doce (1999). Tem também poemas publicados em antologias e sites de poesia nacionais e internacionais. Além de escritor, ele é músico, cantor, compositor, filósofo, produtor cultural e jornalista.
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A dor da gente
É dor de menino acanhado
Menino-bezerro pisado
No curral do mundo a penar
Raimundo Sodré/Jorge Portugal
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Lançamento
Piratas da Batucada vai lançar seu enredo para o carnaval 2023, ‘Patrícia da Pátria Caboca’, ainda sem data definida.
O consagrado sambista brasileiro, Neguinho da Beija-Flor, intérprete oficial da Beija-Flor, será a atração nacional do evento.
No Mercado
Nesta sexta (15), três escolas de samba irão se apresentar no projeto Samba No Mercado Central, Maracatu da Favela, Solidariedade e Império da zona Norte.
O evento inicia, a partir das 19h, com dois grupos de samba e pagode. A programação faz parte do Macapá Verão 2023, realização da Prefeitura de Macapá.
Recurso
Nesta sexta (15), as escolas de samba irão receber a primeira parte do aporte financeiro para o carnaval de 2023, e já iniciarão a compra de materiais para o projeto.
YouTube
Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9), que vai ao ar de segunda à sexta, às 16h, está no YouTube. Se inscreve e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas e eventos amapaenses.
‘Minas Armadas’
Título da música da cantora amapaense, Brenda Zeni, rolando nas redes sociais da artista, com pitadas do estilo pop rock. Pra conhecer e valorizar basta seguir no Spotify.
‘Amor e Sacanagem’
É o título da música da cantora paraense, Aíla. Um breguinha com a cara do Pará pra marcar o novo projeto dessa artista da Amazônia. Disponível em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTub) – https://ffm.to/.amoresacanagem.o 2022
Salgueiro
‘Delírios De Um Paraíso Vermelho’ é o enredo do Salgueiro para o carnaval de 2023. “No princípio era o verbo. E os verbos e as gírias estavam com o povo, era o povo, que descia o morro para transformar a rua em palco. Artistas de uma opulenta ópera popular chamada escola de samba…”.
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Zé Miguel: um cantador do meio do mundo
Um cantador que traz no coração o amor de sua gente e de sua raiz com a alma cheia de gente da floresta, com o perfume das matas e dos vivos, que tem morada no meio do mundo, onde o seu endereço é bem fácil, na esquina do rio mais belo, o Amazonas, com a linha do equador, bem no meio do mundo.
Nascido em Macapá, o cantor, compositor e produtor, José Miguel de Souza Cyrillo, artisticamente, Zé Miguel, nasceu no dia 29 de setembro de 1962 e está entre os principais representantes da música da Amazônia, com valorização dos ritmos regionais, como o Marabaixo e o Batuque, elementos marcantes da cultura afro-amapaense.
Zé Miguel iniciou a carreira musical desde cedo, cantando em cultos dominicais da igreja evangélica onde frequentava. Depois passou a atuar como guitarrista em diversas bandas em bailes realizados na capital amapaense. Na década de 1980, começou a compor suas primeiras canções e a participar de festivais promovidos em Macapá. Em carreira solo lançou seu primeiro LP, Vida Boa, em 1991, trazendo seu primeiro sucesso, a canção homônima, e destacando Zé Miguel entre os principais artistas da música do estado, juntamente com Amadeu Cavalcante, Ronery e Osmar Júnior. Em 1996, com os músicos, Val Milhomem e Joãozinho Gomes, criaram o projeto Planeta Amapari, resultando no CD do mesmo título, lançado em 1996, esse alcançando em 2000 o mercado europeu.
Em 1998, lançou seu segundo disco solo, Lume. No ano seguinte, veio o CD Dança das Senzalas, outro projeto conjunto com o Quarteto Senzalas, grupo formado em parceria com Amadeu Cavalcante, Val Milhomem e Joãozinho Gomes. Em 2002, lançou o terceiro solo, o CD Acústico, do qual fizeram parte o sucesso Pérola Azulada e a regravação do sucesso Vida Boa, além de outros sucessos da carreira. Em 2004, foi a vez do CD ‘Quatropontozero’, após os 40 anos do músico. Após a morte trágica do filho Marco Kayke, vítima de acidente de trânsito, lançou neste mesmo ano o CD ‘Uma Balada para Kayke’. Em 2007 gravou o DVD ‘Meu Endereço’, nome de uma música em parceria com Fernando Canto.
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No Curiaú tem tambor marabaixo
São José é minha fé na beira mar
Isso é o Amapá
Ver nossas tradições rio acima e abaixo
Ivo Canuty
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Lançamento
Dia 27 de julho a cantora amapaense, Mayara Braga, vai lançar o seu primeiro álbum, ‘Negra da Luz’, no balneário de Fazendinha, a partir das 21h. O evento é o Luau da Cidade e faz parte da programação do Macapá Verão, realizado pela Prefeitura de Macapá.
Homenagem
Império Serrano vai homenagear Arlindo Cruz, no carnaval de 2023, na Sapucaí, com o enredo ‘Lugares de Arlindo’. “Tem a história da obra do Arlindo e a ligação dele com a escola”, disse o carnavalesco Alex de Souza.
Agenda
Nesta quinta (14) tem o show ‘Sereias Tucujus1, com Renata Gemaque e participação especial do Coletivo Juremas. A partir das 16h, no Mercado Central.
Essa agenda faz parte da programação do Macapá Verão, realizado pela Prefeitura de Macapá.
Iluminada
Ficou “lindona” a Fortaleza São José de Macapá com iluminação mapeada e efeitos em 3D, decorando aquele monumento histórico.
‘Moh’
Título da nova música do cantor e compositor amapaense, Zé Miguel, em homenagem aos namorados, abrindo as portas para o romantismo explícito. A obra está no repertório do próximo disco do artista. Já disponível no Youtube.
No ar
Programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) está desde 2011 no ar sempre valorizando e divulgando obras de artistas da Amazônia. De segunda à sexta, ás 16h. #BomDeOuvir.
Profissionalismo
Produtor, locutor, publicitário e DJ. O amigo Rocha é tudo isso e mais um pouco, além do grande profissional que é em tudo o que faz.
Proprietário do Estúdio Midas Live, o empresário tem uma agenda cheia durante a semana, com gravações de áudios e produções diversas. Parabéns.
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Mangueira renovada para o carnaval 2023
A Estação Primeira de Mangueira realizou uma bonita festa para apresentar oficialmente sua nova diretoria administrativa, comandada pela presidenta Guanayra Firmino, e também a equipe de carnaval, principalmente os novos contratados para os segmentos do próximo ano. O destaque vai para a dupla de carnavalescos Guilherme Estevão, vindo do Império da Tijuca e Annik Salmon, contratada da Porto da Pedra, apostas da diretoria vindas do Grupo de Acesso.
Após a apresentação dos membros da diretoria e dos segmentos, a presidenta da escola foi chamada ao palco para também dizer algumas palavras à comunidade e comentou seu jeito discreto de trabalhar e sua atuação firme na Mangueira que já vem de algumas diretorias.
“Eu estou aqui desde que eu nasci, mas há nove anos, através do desafio do meu irmão Chiquinho da Mangueira, eu voltei para a administração da Mangueira. Eu sempre trabalhei nos bastidores. Aí eu fui vice do Elias (Riche), continuei nos bastidores. E, eu presidenta vou continuar nos bastidores também. Porque a gente não precisa estar no palco para fazer alguma coisa. Trabalhar ‘independe’ de aparecer ou não”, concluiu a dirigente. (www.carnavalesco.com.br).
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É fácil o meu endereço
Vá lá quando o sol se pôr
Na esquina do rio mais belo
Com a linha do equador
Fernando Canto/Zé Miguel
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Samba no Mercado
Na sexta (15), tem Samba no Mercado Central, a partir das 19h, com as escolas de samba, Maracatu da Favela, Império Solidariedade e Império da Zona Norte.
Além dos grupos de samba, Os Moreiras e Pagodelas. O evento faz parte da programação do Macapá Verão 2022.
Recurso
Até sexta (15), as 10 escolas de samba amapaense irão receber a primeira parte do recurso para o carnaval 2023.
Rock
É comemorado nesta quarta (13), o Dia Internacional do Rock na Praça da Bandeira, em Macapá, a partir das 14h. Várias bandas locais e uma do Pará irão se apresentar. O evento faz parte da programação do Macapá Verão 2022.
Sorteio
Liesa/RJ sorteou a ordem de desfile para o carnaval 2023, do grupo especial. Dia 19 de fevereiro: Império Serrano, Grande Rio, Mocidade Independente, Unidos da Tijuca, Salgueiro e mangueira. Dia 20 de fevereiro: Paraíso do Tuiutí, Portela, Vila Isabel, Imperatriz, Beija-Flor e Viradouro.
‘Talentão’
Jovem cantora amapaense nascida em Santana, Ariel Moura é uma artista com um ‘talentão grandão’ (rs) na arte de interpretar músicas. Parabéns pelo sucesso e boa sorte sempre.
‘Belém’
Título da nova música do cantor e compositor paraense, Edilson Moreno, já no repertório do próximo disco. O artista tem muitos clássicos gravados por outros cantores.
‘Mandala Aberta’
Título da música de Sabrina Zahara em parceria com Paulinho Bastos, no repertório do 1º disco solo da artista, ‘Eu Não Ando Só’, já em todas as plataformas digitais.
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Mazagão Velho: berço da cultura amapaense
Mazagão Velho é um lugar cheio de encantos e rico em manifestações culturais, é lá que narramos o início da morada da história cultural amapaense, guardada há mais de dois séculos de vida no coração daquele povo.
O rio Mutuacá é o registro do início desse berço cultural, vindo de mar abaixo lá das bandas da mãe África, as danças das senzalas trouxeram em navios negreiros as maravilhas dos irmãos calejados da luta, grandes movimentos que expressam a arte e fincaram no Amapá a nossa maior manifestação cultura que é o Marabaixo, dança que perpetua nossa raiz folclórica. Essa expressão virou mania em todo o estado, mas foi no pátio da cidade de Mazagão Velho a criação dessa história.
Todo dia 23 de janeiro, Mazagão Velho festeja seu aniversário de cultura, recordando os momentos de conquistas trazidas dos Marrocos e que se instalaram aqui na nossa terra por volta de 1771, fincando o coração na vila que passou também a se denominar Mazagão, em homenagem à terra africana. Das várias contribuições marroquinas, existe a Festa de São Tiago, realizada todos os anos em Mazagão Velho.
Vários projetos e movimentos artístico-culturais defendem a sustentam a bandeira da tradição histórica do povo de Mazagão Velho como o marabaixo, grupos de dança, teatro, artesanato, artes plásticas, histórias, vídeos, ladainhas, festas religiosas, gravações de CD’s e outras manifestações de resistência cultural do povo da terra do padroeiro, São Tiago, filho daquele lugar que respira cultura.
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Uma cidade na linha do equador
Onde Deus e a natureza derramaram o seu amor
A intimidade entre rio e a fortaleza
Emoldura sua beleza Macapá morena flor
Serginho Sales
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Rock
Na quarta (13), o Amapá vai comemorado o Dia Internacional do Rock, na Praça da Bandeira – Centro, a partir das 14h. São 14 bandas amapaenses e uma paraense. A programação faz parte do Macapá Verão 2022.
Carnaval
Comissão de Carnaval da Liesap, dirigida pelo presidente da instituição, Jocildo Lemos, está reunindo para planejar o calendário de atividades do carnaval de 2023.
Festival
Escolas de samba do Rio de Janeiro, do grupo especial, já estão organizando os Festivais para escolher seus sambas enredos. #Profissionalismo.
‘Festejo’
Título de uma bela música composta por Rambolde Campos e Joel Elias, no ritmo do marabaixo, a cultura mãe do Amapá.
“Corre menina, chama o Munjuca, hoje é dia do senhor. É tanto devoto levando a bandeira que a Trindade abençoou…”.
Tambor
Cantor e compositor amapaense, Zé Miguel nos deu de presente mais uma bela obra musical, ‘Tam Tam do Tambor’.
“O Tam Tam do Tambor que não se cala, é testemunho vivo da história…”.
‘Vitória do Jarí’
Título da música do cantor e compositor paraense Jerry Santos, que morou naquela cidade durante 26 anos e gravou um disco em homenagem ao lugar.
“O teu povo, tua história estão presentes na memória. Vitória da floresta, do rio Jarí e da castanha. Vitória pulsa, Vitória canta, Vitória pro Amapá és grande herança…”.
Extraordinário
O músico brasileiro Yamandu Costa, é uma excepcionalidade na arte de tocar violão com tanta técnica, improvisação, harmonia e perfeição.
O gênio gaúcho toca o instrumento de uma maneira diferente e as músicas executadas ficam mais ricas com seus arranjos de momento. #Extraordinário.
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Contemplando as artes de minha estante
Cheia de obras diversas, minha estante chama meu olhar para admirá-la mais uma vez e, de repente, degustar de uma boa leitura, de ouvir um bom disco (tenho muitos de diversos cantores e estilos), recordar momentos inesquecíveis olhando as fotografias, alguns presentes de artistas em lugar de destaque ao alcance de meu olhar, alguns poucos prêmios de reconhecimento pelo trabalho e outros objetos que considero importantes. Tudo na minha frente para saborear as artes que decoram minha estante em uma pequena biblioteca que criei em casa. Luana caprichou na decoração do ambiente, como me conhece, fez tudo do jeitinho que eu gosto. Adorei.
Sou um apaixonado por arte me vejo em cada uma, como seu eu fosse o próprio autor. A mesa, também recebeu algumas obras que não couberam nas estantes. Me sinto um privilegiado em poder compartilhar com vocês meu ambiente de trabalho caseiro.
Na sala o som não atrapalha o trabalho, ao contrário, alimenta as ideias e fortalece a criatividade. Afinal, música boa faz bem pra qualquer um, e eu faço parte desse mundo (rs). Pela janela aberta dá pra avistar o sol e o som da rua.
O mundo precisa de muitas estantes enfeitadas com arte e cultura para contemplar as mentes da nova geração que pouco degusta do que, de bom, que artistas produzem. Muitas estão espalhadas pelas cidades em placas de publicidades, mas sem o devido saborear como fazemos nas estantes de nossas casas ou de bibliotecas públicas e privadas existentes em lugares pelo Brasil.
Assim, sugiro que pais e professores eduquem seus filhos e alunos para que esses não percam a oportunidade de amar e respeitar a arte e contemplar a vida, através de suas criações. Enquanto isso não acontece, eu continuo aqui, aproveitando o tempo que me resta, saboreando e contemplando essas belas artes em minha estante particular e me emocionando com o espetáculo que cada uma possui.
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O mundo tá perdido
Com o sumiço do cupido
Que eu flechei num tiro certo
Pro gelo derreter
Fernando Canto/Nivito Guedes
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Aconselho
Que tal aproveitar o final de semana para ler a obra de Vanessa Oliveira, ‘Tudo de Novo’, sobre a biografia oficial da banda Roupa Nova? Aconselho.
Responsabilidade
Alguns dirigentes de instituições que trabalham com cultura e arte precisam ter um pouco mais de responsabilidade e compromisso. Administrar por status nada contribui com o avanço do que se propõe.
‘Tucupizeiro’
Título do novo disco do cantor e compositor amapaense, Nivito Guedes, lançado semana passada nas plataformas digitais. Parabéns.
Primaveras
O livro ‘Minhas Três Primaveras’ de Renata Christiny, publicada pela 3DEA Editora, mostra o árduo caminho que uma mulher passou desde sofrer a primeira agressão até seus últimos suspiros.
Um paradoxo com o nome da personagem principal, Luz, para mostrar que sua vida é uma profunda escuridão, em que a luminosidade mais próxima é a morte. À venda na Loja Virtual 3DEA.
‘Festa Temporã’
Título do novo projeto do cantor e compositor amapaense, João Amorim, também nome da música que fez em parceria com Zé Miguel. Lançamento em breve.
‘Coração Tropical’
A música Coração Tropical, do poetinha Osmar Júnior, é uma das belas homenagens à cidade de Macapá. A obra foi gravada por Amadeu Cavalcante no disco Sentinela Nortente, em 1989.
Evolução
O cinema amapaense está a cada dia mais forte e mais valorizado, mesmo sabendo que precisa de mais apoio financeiro.
A qualidade de produção e o conteúdo estão chamando a atenção do Brasil. Os vários prêmios conquistados são exemplo dessas afirmativas.
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Escola Nacional de Circo abre Edital
O sonho de ter uma carreira no circo tem um passaporte certo: o ingresso na Escola Nacional de Circo, instituição representante da arte circense e que até o dia 11 de julho está com edital aberto para selecionar a próxima turma. O edital prevê a remuneração no valor total de 55 mil reais, durante o período de 22 meses consecutivos de aulas, que serão realizadas na sede da Escola, no Rio de Janeiro (RJ).
Valorizando a história da Escola Nacional de Circo no Brasil, serão destinadas cinco vagas para circenses itinerantes (membros de famílias circenses) e as outras 49 serão incluídas na categoria de “Ampla Concorrência”. A seleção é aberta a brasileiros natos ou naturalizados; e a estrangeiros que tenham concluído o ensino médio até a data de publicação do edital.
A partir do edital Processo Seletivo para Ingresso no Curso Técnico em Arte Circense da Escola Nacional de Circo – Turma 2022/2024, a Funarte tem por objetivo possibilitar a formação de novos profissionais de circo, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão; além de promover o incentivo à cadeia produtiva dessa atividade – sobretudo nas áreas de criação, formação, difusão e memória.
Primeiro do Brasil, no gênero, a ser reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), o Curso Técnico em Arte Circense – com sua primeira turma em 1982 –, é ministrado pela Escola Nacional de Circo da Funarte, na parceria da instituição com o IFRJ, firmada em 2015 e renovada em 2022. As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pela internet, mediante o preenchimento e envio do formulário de inscrição. (www.gov.br/turismo).
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Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá
Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante
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Senzalas
Grupo Senzalas voltando aos palcos em grande estilo com o show ‘Tambores do Meio do Mundo’, com seis shows em Macapá. As outras datas são: 2 e 30 de setembro, 28 de outubro, 2 e 30 de dezembro.
A turnê está marcada para começar no dia 29 de julho, a partir das 20h, no Largo do Formigueiro (atrás da igreja São José – Centro). Artistas convidados: Brenda Melo, Grupo Marabaixo do Laguinho e Banda Afro Brasil. A realização é da Amcap, com apoio cultural da Secult e Fundação Marabaixo.
Lamentável
Boêmios do Laguinho e Emissários da Cegonha, não se apresentaram na programação do Macapá Verão, nesta sexta (8), no Mercado Central, no projeto Samba no Mercado. ‘ ‘E olha’ que as escolas de samba foram credenciadas pelo Edital pra participarem do evento. #Lamentável.
Mudança
O Show da Pororoca, nome da bateria de Boêmios do Laguinho, tem nova data para acontecer. Dia 6 de agosto na sede da agremiação, na Av: Gal. Osório – Laguinho, a partir das 20h.
São Tiago
A organização da Festa de São Tiago, em Mazagão Velho, já está trabalhando na programação e logo estaremos divulgando esse tradicional evento.
Flor Morena’
Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira.
A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.
‘Abaladora’
Título de uma música de Thamires Tannous, Marina Peralta e Makely Ka, em homenagem a todas as mulheres. “Eu sou a matriarca mãe, gaia na fogueira pagã. Uma cunha tchucarramãe, mulher que cuspiu a maçã…”.
‘Depois dos 60’
Título da nova música da cantora e compositora, Rose Show, com arranjos de Delmir Nunes. “O amor se reinventa, inventa, depois dos 60. Sentimento voa fora como um pássaro na aurora…”.
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Religiões afro-brasileiras e o sincretismo
Mediante o processo de colonização no Brasil, a Igreja Católica se colocava em um delicado dilema ao representar a religião oficial do espaço colonial. Em algumas situações, os clérigos tentavam reprimir as manifestações religiosas dos escravos e lhes impor o paradigma cristão. Em outras situações, preferiam fazer vista grossa aos cantos, batuques, danças e rezas ocorridas nas senzalas. Diversas vezes, os negros organizavam propositalmente suas manifestações em dias-santos ou durante outras festividades católicas.
Ao manterem suas tradições religiosas, muitas nações africanas alimentavam as antigas rivalidades contra outros grupos de negros atingidos pela escravidão. Aparentemente, a participação dos negros nas manifestações de origem católica poderia representar a conversão religiosa dessas populações e a perda de sua identidade. Contudo, muitos escravos, mesmo se reconhecendo como cristãos, não abandonaram a fé nos orixás, voduns e inquices oriundos de sua terra natal. Ao longo do tempo, a coexistência das crendices abriu campo para que novas experiências religiosas – dotadas de elementos africanos, cristãos e indígenas – fossem estruturadas no Brasil.
É a partir dessa situação que podemos compreender porque vários santos católicos equivalem a determinadas divindades de origem africana. Além disso, podemos compreender como vários dos deuses africanos percorrem religiões distintas. Na atualidade, não é muito difícil conhecer alguém que professe uma determinada religião, mas que se simpatize ou também frequente outras.
Dessa forma, observamos que o desenvolvimento da cultura religiosa brasileira foi evidentemente marcado por uma série de negociações, trocas e incorporações. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que podemos ver a presença de equivalências e proximidades entre os cultos africanos e as outras religiões estabelecidas no Brasil, também temos uma série de particularidades que definem várias diferenças. Por fim, o sincretismo religioso acabou articulando uma experiência cultural própria. (Texto: Rainer Sousa).
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A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza
Rambolde Campos/Joãozinho Gomes
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‘Mundo do Avesso’
Título da nova música de Marcelinho do Cavaco e Darlan Ribeiro, ainda trabalhando na agenda para divulgar e lançar mais uma obra no ritmo do samba. #Aguardando.
Enredo 2023
A campeã do carnaval carioca 2022, Acadêmicos do Grande Rio, vai homenagear o cantor e compositor, Zeca Pagodinho, com o enredo: “Ô Zeca, o Pagode Onde é Que é? Andei Descalço, Carroça e Trem, Procurando Por Xerém, Pra Te Ver, Pra Te Abraçar, Pra Beber e Batucar!”.
Literatura
Escritora amapaense, Raquel Braga, lança nesta sexta (8) e no sábado (9), os livros: ‘Divagações’ ‘Os Estatutos do Homem Pós-Pandemia’. O lançamento vai acontecer na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Caminhada
Dia 17 de julho vai acontecer a 3ª Caminhada da Fé São Tiago, com saída, às 16h30, da Comunidade do Ajudante e chegada na Vila de Mazagão Velho.a realização é dos Devotos de São Tiago.
Programação
A coordenação da programação da tradicional Festa de São Tiago, que acontece todo mês de julho na comunidade de Mazagão Velho, já está nos preparativos para o evento acontecer.
‘Ilhas Que Bailam’
Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, do poetinha Osmar Júnior.
‘O Canto da Amazônia’
Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.
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