Ziulana Melo
Social

Clic . A bonita Rogéria Santos Oliveira

Destaque . Fátima Pelaes esteve com Luiz Melo nesta sexta (5), no DA.
Animadíssima com novos desafios, também garantiu que volta a disputar Câmara Federal em 2018.

Flash. Lorena Garcês — charme e elegância numa só mulher.

Clic. Ana Keila Bittencourt e o filhão Luis Arthur Bittencourt, em sintonia fina com o Estação Lunar, em Fazendinha.

Close. A bonita Amanda Matos
O que é música popular?
Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.
São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.
Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro.
Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.
Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.
“Canta Brasil”
Hoje tem o melhor repertório da boa música popular brasileira, na Diário FM 90,9.
Programa “Canta Brasil” das 6 às 8 da noite. Bom de ouvir.
Show
Dia 29 de setembro, no Ceta Ecotel, tem show com Fafá de Belém e o Padre Fábio de Melo, às 22h.
Exposição
“Momentos” é o nome da exposição coletiva marcada para acontecer de 6 a 19 de agosto, na Galeria de Artes Trokkal, na Praça Veiga Cabral, das 16h às 21h.
Artistas: Ronaldo Picanço, Sebastian Campos, Jeriel, Miguel Arcanjo, Célio Souza, M. Silva, Grimualdo, Derlon Santana, Márcia Braga, Ecinildo e Marconi.
Tenda cultural
Na sexta, 12, será a vez da cantora Brenda Melo soltar a voz na Tenda Cultural do Rod’s Bar, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), às 10 da noite.
Osmar Júnior e Zé Miguel abriram a temporada, ontem (5). Toda sexta tem.
“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.
Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.
“Quaquarela”
Ministério da Cultura e Petrobras estão apresentando pelas capitais brasileiras o espetáculo teatral e oficinas “Quaquarela”.
Em Macapá o espetáculo será exibido no Teatro das Bacabeiras e na Fortaleza de São José, de 16 a 19 de agosto, a partir das 14h.
Micsul
Encerraram as inscrições para o edital que selecionará representantes brasileiros para a 2ª edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul).
Será realizada em Bogotá (Colômbia), de 17 e 20 de outubro. O evento é voltado para mercados culturais e criativos da América do Sul.
O Micsul é promovido por ministérios da Cultura de 10 países sul-americanos, entre eles o Brasil. Espera-se que neste ano o evento reúna mais de 3 mil pessoas dos países participantes.
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela, além de compradores da América do Norte, Europa, Ásia e África. (www.cultura.gov.br).
Social

Clic . 15 anos da princesa Mayara Vasconcelos Alcolumbre Tobelem

Destaque . Diretor superintendente do Sistema Diário, jornalista Luiz Melo, recepcionando, ontem, o ex prefeito de Santana, Rosemiro Rocha, e o filho Robson, o atual gestor do município.

Flash. Juíza Elayne Cantuária, ontem, na Diário, falando sobre mulher.

Close. Linda Marina Bradaci com estilo para os seus 15 anos.

Clic. Aniversário do 1º aninho do pequeno aviador Victor, realizado no Espaço Red.
O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar
Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.
Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades – Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.
O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.
Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.
Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.
Agenda
Nesta sexta, 5, tem show musical em Santana, no Espaço Red, esquina da Av: Ubaldo Figueira com a Rua Coelho Neto.
“Cley Lunna e Max Viana Cantam Djavan”. Informações: 99142-2061.
Teatro
Dias 6, 7 e 8 deste mês, tem o espetáculo Bar Caboclo – “Você Continua na Pindaíba”, no Teatro das Bacabeiras, às 9 da noite.
Realização do Grupo Língua de Trapo.
Exposição
“Momentos” é o nome da exposição coletiva marcada para acontecer de 6 a 19 de agosto, na Galeria de Artes Trokkal, na Praça Veiga Cabral, das 16h às 21h.
Artistas: Ronaldo Picanço, Sebastian Campos, Jeriel, Miguel Arcanjo, Célio Souza, M. Silva, Grimualdo, Derlon Santana, Márcia Braga, Ecinildo e Marconi.
Tenda cultural
Inicia nesta sexta, 5, o Projeto Tenda Cultural do mês de agosto, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 22h, no quiosque Rod’s Bar.
Osmar Júnior e Zé Miguel abrem a temporada com músicas autorais que valorizam os costumes e tradição do povo da Amazônia.
“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.
Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.
“Quaquarela”
Ministério da Cultura e Petrobras estão apresentando pelas capitais brasileiras o espetáculo teatral e oficinas “Quaquarela”.
Em Macapá o espetáculo será exibido no Teatro das Bacabeiras e na Fortaleza de São José, de 16 a 19 de agosto, a partir das 14h.
Micsul
Encerraram as inscrições para o edital que selecionará representantes brasileiros para a 2ª edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul).
Será realizada em Bogotá (Colômbia), de 17 e 20 de outubro. O evento é voltado para mercados culturais e criativos da América do Sul.
O Micsul é promovido por ministérios da Cultura de 10 países sul-americanos, entre eles o Brasil. Espera-se que neste ano o evento reúna mais de 3 mil pessoas dos países participantes.
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela, além de compradores da América do Norte, Europa, Ásia e África. (www.cultura.gov.br).
Joinville é a capital nacional da dança
Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.
A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.
Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.
A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).
Luto
Faleceu em Barretos (SP), na noite de terça, 2, o amigo radialista Valdemir Tavares, com quem trabalhei durante 15 anos na Rádio Difusora de Macapá.
A viagem para a eternidade é garantida. Vai fazer falta por aqui.
Teatro
Dias 6, 7 e 8 deste mês, tem o espetáculo Bar Caboclo – “Você Continua na Pindaíba”, no Teatro das Bacabeiras, às 9 da noite.
Realização do Grupo Língua de Trapo.
Ampliação
Ministério da Cultura quer ampliar a presença do livro brasileiro no exterior e para isso vai realizar várias ações, que incluem a participação de autores e ilustradores brasileiros em eventos e feiras internacionais de literatura.
Investimentos em bolsas de tradução, edição de obras brasileiras em outros idiomas, exportação de livros nacionais e a indicação de autores do país para prêmios internacionais, entre outras. (www.cultura.gov.br).
Premiação
A Fundação Nacional de Artes abriu inscrições para o edital do Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais.
Serão selecionados dez projetos de exposições de pequeno porte a serem realizadas nos espaços da Funarte em Brasília, São Paulo e Minas Gerais, inicialmente.
As premiações variam de R$ 180 mil a R$ 250 mil e as inscrições estarão abertas até 15 de setembro. (www.cultura.gov.br).
“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.
Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.
Oficina
Na sexta, 5, tem Oficina de Turbantes na Praça Veiga Cabral, 17h, com inscrições a R$ 10,00.
Informações: 99137-8028.
Essa não
Com respeito a quem curte, mas o Brasil tem outras forças culturais mais fortes e importantes para mostrar pro mundo, através das Olimpíadas.
Escolher Wesley Safadão pra cantar na cerimônia de abertura da competição, como atração nacional, é desrespeitar a boa música popular brasileira, conhecida e respeitada em todo o planeta terra.