Polícia

PF deflagra ‘Operação Cabrera’ no Amapá

Duas pessoas foram presas em flagrante. Operação tem o objetivo de reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de pornografia infantil na internet.

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A Polícia Federal (PF) cumpriu quatro mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18), sendo três em Macapá e um no município de Laranjal do Jarí, durante a ‘Operação Cabrera’, que tem o objetivo de reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de pornografia infantil na internet. Segundo a assessoria de imprensa da PF no Amapá, duas pessoas foram presas em flagrante por posse de arma de fogo e armazenamento de arquivos de pornografia infantil.

A operação ocorre simultaneamente em 18 estados (AC, AM, AP, BA, CE, GO, MG, MT, MS, PA, PE, PR, RJ, RO, RS, SC, SP) e no Distrito Federal. Foram expedidos 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva. No total, nos dezoito estados, 370 agentes federais saíram às ruas por volta de 6h da manhã para dar cumprimento às ordens judiciais.

 Operação
A operação reuniu informações e alvos de investigações de várias unidades da Polícia Federal pelo Brasil, não diretamente relacionadas entre si, mas que tratam da disseminação transnacional de pornografia infantil, por meio de redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens e vídeo.

A operação unificada e coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal (URCOP) ocorre no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

O nome da operação presta homenagem a Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune.

Posteriormente, a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de posse, compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, com penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código penal Brasileiro que variam de 1 a 6 anos de reclusão.

 
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