Trabalhadores da Petrobras farão transbordos ao Oiapoque, em Macapá, não mais em Belém
Segundo o diretor de investimentos da Agência Amapá, Antônio Batista, medida passará a vigorar em 1 de abril

Douglas Lima
Editor
A partir de 1 de abril os trabalhadores da Petrobras de origens fora do Amapá, que desembarcam e embarcam na direção de Oiapoque e vice-versa, para operar offshore na Margem Equatorial, em turnos, passarão a fazer essas movimentações, em Macapá, segundo informação do diretor de investimentos da Agência Amapá, Antônio Batista.
O diretor falou na manhã desta sexta-feira, dia 20 de março, no programa LuizMeloEntrevista (Rádio Diário FM 90,9), após retornar da cidade fluminense Macaé, onde participou do Macaé Energy junto com o presidente da Agência Amapá, Wamdemberg Pitaluga.
Na entrevista, Antônio Batista também informou que há dois dias a Petrobras retomou os trabalhos de pesquisa e perfuração na Margem Equatorial Foz do Amazonas, em busca de petróleo e gás natural nessa região situada na costa atlântica amapaense, após a paralisação em decorrência do derramamento de fluido, em 4 de janeiro passado.
Desde pouco antes do início das atividades em busca de petróleo e gás natural na Margem Equatorial, os trabalhadores da Petrobras embarcados no navio-sonda da empresa têm Belém, a capital paraense, como ponto de transbordos para ida e volta ao Oiapoque, onde operam, em média, em turnos de 14 dias, tendo 21 de folga.
A partir de 1 de abril, garantiu Batista, os transbordos serão feitos em Macapá. Ele não entrou em detalhes sobre a procedência da mudança, preferindo se referir ao fator econômico favorável ao Amapá, com a medida, principalmente no setor hoteleiro.
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