Escola Superior de Advogados do Amapá desenvolve três cursos de pós-graduação
Iniciativa foi aprovada pelo Conselho Federal da OAB e pode ser implementada em outras unidades da federação; estudos são destinados ao aprofundamento técnico em petróleo e gás, direito minerário e direito portuário aduaneiro

Douglas Lima
Editor
A Escola Superior de Advogados (ESA) da OAB-AP desenvolveu três cursos de pós-graduação sobre petróleo e gás, direito minerário e direito portuário aduaneiro. O projeto foi montado pela ESA-AP e deve ser implementado no país todo pela ESA Nacional.
A informação foi passada pelo diretor da ESA-AP, Hélder Marinho, e pela advogada Telma Miranda, em entrevista ao programa Togas e Becas (Diário FM 90,9) deste sábado, 28.
“Começamos o MBA da ESA na Faculdade Instituto do Rio de Janeiro (Fiurj) e houve uma grande aceitação. Na aula magna, teve a participação do diretor da ESA Nacional. Para nossa felicidade, nosso projeto vai ser discutido em abril e a ESA Nacional pode autorizar que ele faça parte de todas as ESAs das 27 seccionais”, disse Hélder.
Justificando a criação dos cursos, o diretor falou que os temas em questão não são lecionados nas faculdades de direito: “A pós-graduação tem que dar essa base para sedimentar esses ramos que vão se desenvolver na Margem Equatorial. Já estamos com nossa faculdade no Conselho Federal, com o licenciamento. Todo conteúdo foi montado pela ESA-AP”, afirmou o diretor.
Telma Miranda, por sua vez, destacou que a advocacia amapaense precisa estar preparada e apresentar currículos que estejam à altura, para assim aproveitar as futuras oportunidades. A advogada disse ainda que o presidente da OAB-AP e o diretor da ESA-AP têm sido exitosos nessa vertente, preparando os advogados do estado para trabalharem em outros nichos.
Acerca dos cursos de pós-graduação, os projetos foram bem recebidos pelo Conselho Federal da OAB, resultando em novos estudos para adequação de leis municipais e estaduais das outras unidades federativas. “Haverá essas adequações. Para nós é uma vitória. Hoje o Amapá está adotando esse protagonismo técnico”, concluiu a advogada.
Deixe seu comentário
Publicidade


