PSTU faz convenção e apresenta Carlos Cley como candidato ao Governo do Amapá
Entre as propostas do partido estão defesa do emprego, alimentação, moradia, saúde, educação, assistência social e saneamento básico

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU/AP) realiza nesta sexta-feira, 31 de julho, às 18h30, sua convenção eleitoral no Sindicato dos Rodoviários, localizado na rua Maceió, nº 582, bairro Infraero 2, na zona norte de Macapá.
Durante a atividade, o partido apresentará Carlos Cley Ramos Paiva como pré-candidato ao Governo do Amapá e Ana Paula Pinheiro de Araújo como pré-candidata à vice-governadora.
A convenção contará com a participação de militantes, filiados, simpatizantes e representantes da imprensa. O partido pretende apresentar à sociedade sua proposta de construção de uma alternativa operária e socialista para o Amapá, além de discutir os principais problemas enfrentados pela classe trabalhadora e pela população mais pobre.
Carlos Cley, 54 anos, é natural de Belém (PA) e atua como motorista de aplicativo. É rodoviário, foi diretor do Sindicato dos Rodoviários (Sincottrap) entre 2002 e 2012. Ingressou no PSTU em 2000 e, desde então, construiu sua militância política em diferentes estados, incluindo Pará, Minas Gerais e Amapá.
Cley foi candidato a vereador em 2004, disputou como vice-governador em 2006 e a vice-prefeito de Macapá nas eleições de 2024.
Ana Paula Pinheiro de Araújo, 34 anos, é natural de Macapá. Estudou Ciências Biológicas – Bacharelado na Universidade Federal do Amapá (Unifap) e teve atuação no movimento estudantil. Participou da fundação da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (Anel) e integrou o Diretório Central dos Estudantes (DCE), na Coordenação de Saúde. Milita no PSTU desde 2011 e já foi candidata a deputada estadual em 2018 e a vice-governadora nas eleições de 2022.
A pré-candidatura de Carlos Cley terá como eixo a defesa de emprego, alimentação, moradia, saúde, educação, assistência social e saneamento básico, com atenção especial às demandas da juventude, das mulheres, dos trabalhadores, da população LGBTQIAPN+, negra e indígena. Assim como o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução dos salários.
O PSTU afirma que utilizará o processo eleitoral para denunciar o que considera o descaso dos governos de Furlan, Clécio e Lula, além de se posicionar contra a extrema direita bolsonarista e contra a política tradicional. Para o partido, a disputa eleitoral será uma oportunidade para apresentar um projeto baseado na organização independente da classe trabalhadora e na construção de uma sociedade socialista, em contraposição à lógica do atual sistema político e econômico e contra o ciclo das velhas oligarquias burguesas que dominam o estado.
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