Programa de energia solar de Acácio Favacho é expandido em Macapá
Ideia do deputado federal reduz valor das contas de luz e começa a avançar para novos residenciais da capital amapaense

O sol do Amapá, que todos os dias ilumina a capital, agora também está ajudando famílias a economizarem dentro de casa. É essa a proposta do Programa Luz Baixa, iniciativa idealizada pelo deputado federal Acácio Favacho que está levando sistemas de energia solar para conjuntos habitacionais de Macapá.
Com investimento de R$ 14 milhões, viabilizado por emenda parlamentar de Acácio Favacho em parceria com o Governo do Amapá e executado pela Prefeitura de Macapá, o programa transforma a luz solar em economia direta para moradores de áreas habitacionais.
A primeira etapa foi realizada no Residencial Mucajá, onde 592 apartamentos foram contemplados. O conjunto se tornou o primeiro residencial de Macapá a receber o sistema de geração de energia solar em todas as unidades atendidas pelo programa.
E o benefício aparece justamente onde mais importa: no orçamento das famílias.
Uma conta que pode cair até 85%
Os moradores recebem a instalação dos equipamentos sem custo. O sistema inclui placas fotovoltaicas, inversores e a adequação do padrão de medição necessário para o funcionamento da geração de energia.
Cada apartamento contemplado pode gerar cerca de 200 kWh por mês, transformando a energia produzida pelo sol em créditos utilizados para reduzir o valor da fatura.
Na prática, uma conta que antes poderia ficar entre R$ 300 e R$ 350 pode cair para valores entre R$ 15 e R$ 50, representando uma redução de até 85%.
Para uma família, a diferença pode significar até R$ 2.500 de economia ao longo de um ano.
É dinheiro que deixa de ir para a conta de energia e pode voltar para dentro de casa: para alimentação, transporte, material escolar, medicamentos ou outras necessidades do dia a dia.
O que começou no Mucajá agora chega a outros residenciais
O Luz Baixa não ficou restrito ao primeiro conjunto atendido. Depois do início das instalações no Mucajá, o programa começou a avançar para outras áreas habitacionais de Macapá.
No Residencial Açucena, as instalações de placas solares e inversores estão em andamento, com mais de oitocentos moradores cadastrados. O Residencial São José também está na etapa de cadastramento e vistoria, enquanto Macapaba 1 e 2 estão incluídos no cronograma de expansão.
A ideia é ampliar gradualmente o alcance de uma tecnologia que, durante muito tempo, esteve distante da realidade financeira de muitas famílias.
Do recurso público para a economia dentro de casa
A atuação de Acácio Favacho foi fundamental para tirar o projeto do papel. A emenda parlamentar destinada ao programa garantiu os recursos necessários para que a energia solar chegasse aos conjuntos habitacionais sem que os moradores precisassem arcar com a aquisição e instalação dos equipamentos.
Para o deputado, o Luz Baixa representa justamente a possibilidade de transformar investimento público em um benefício que permanece todos os meses na vida das famílias. “Esse é apenas o primeiro passo”, resume o parlamentar.
A frase resume também a dimensão do projeto: o que começou com 592 famílias no Mucajá já está sendo levado a outros conjuntos da capital.
Mais do que instalar placas nos telhados, o programa coloca uma fonte de energia limpa a serviço da economia doméstica. É o sol do Amapá convertido em uma coisa muito concreta para quem recebe a conta no fim do mês: dinheiro sobrando no bolso.
E, enquanto o estado avança na expansão da energia solar, o Luz Baixa mostra que inovação também pode significar algo simples e imediato: pagar menos para viver melhor.
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