Cidades

Agro Summit reúne produtores, estudantes e empresas e destaca protagonismo feminino no campo

A programação conta com palestras, exposições de máquinas e implementos agrícolas, insumos, startups e atividades voltadas a diferentes áreas da produção


 

O Amapá Agro Summit chega à segunda edição na Expofeira 2026,  com a proposta de conectar produtores rurais, empresas, estudantes e especialistas em torno de temas como inovação, tecnologia e sustentabilidade. Em entrevista à rádio Diário FM (90,9), a embaixadora do evento, Melissa Favacho, afirmou que a iniciativa foi criada para “proporcionar ao produtor rural do estado do Amapá todo um ecossistema ligado ao desenvolvimento do agronegócio”. Segundo ela, a ampliação do espaço dentro da Expofeira ocorreu após a primeira edição superar as expectativas de público.

 

A programação reúne palestras, exposições de máquinas e implementos agrícolas, insumos, startups e atividades voltadas a diferentes áreas da produção. Neste ano, o evento também passou a receber acadêmicos de cursos como Agronomia, Zootecnia e Medicina Veterinária.

 

 

Entre os destaques está o circuito que acompanha o caminho dos grãos, da colheita da soja, em uma área de 500 hectares, até a secagem e o armazenamento. “Não dá mais pra criar animais e nem cultivar culturas sem o apoio da inovação, da tecnologia e de maquinários modernos”, afirmou Melissa.

 

O café também foi apontado como uma das culturas com potencial de crescimento no estado, diante do aumento do consumo mundial e das condições de clima, solo e localização do Amapá. A embaixadora destacou ainda a presença de dez startups no evento, cinco delas de fora do estado, com soluções para demandas do setor produtivo, como o monitoramento de animais por satélite. A programação segue até o dia 16 de agosto e inclui debates sobre suinocultura, avicultura, pecuária, produção de grãos e sucessão familiar no agronegócio.

 

 

Mulheres do Agro

No dia 15 de agosto, o Agro Mulheres Day reunirá mulheres que atuam em diferentes etapas da cadeia produtiva, como produtoras, veterinárias, zootecnistas, técnicas, consultoras e gestoras de agroindústrias. Melissa explicou que o movimento Mulheres do Agro Amapá foi criado para dar visibilidade a essas profissionais e fortalecer sua participação no setor. “A mulher precisa ser primeiro protagonista da sua própria vida”, afirmou, ao defender a valorização da autoestima, da liderança feminina e do enfrentamento à violência contra a mulher.

 


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